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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Produtor tem história com o leite

                                           Com o neto João, Guido fica feliz de ter voltado a pecuária 

Quando fala da produção leiteira Guido Higino Vitório chega a se emocionar, o passado volta e as lembranças do pai ficam mais fortes, a pecuária ele aprendeu desde a infância e sentiu há quase um ano, que era hora de voltar para atividade. A vontade surgiu principalmente para ensinar aos cinco netos: João, Henrique, Inácio, Bárbara e Helena, como se torna importante investir no que temos prazer. Na Fazenda Boa Sorte, em Dores do Rio Preto, a produção somada a um trabalho de qualidade vem dando resultados, além disso, incentiva ainda mais o pecuarista, que acredita no leite como importante ferramenta econômica para a região do Caparaó. 

“Aprendi a tirar leite com meu pai, fiquei até os 18 anos no curral ajudando na fazenda da família. Depois me formei em letras e cheguei a dar aulas por 21 anos, mas nunca abandonei a roça, acabai focando mais na produção de café que também acho fundamental para renda do agricultor. Aprendi com meu pai, que o ideal sempre foi o café com leite, o grão para as despesas maiores e o leite, para a manutenção diária da propriedade. Acabei seguindo o caminho empresarial na exportação de café, também cheguei a trabalhar com gado de corte, mas senti que era hora de voltar para o leite e faço isso, com muito amor”, destaca Guido. 
                                                   Animais selecionados com genética voltado ao leite

Uma equipe composta por três campeiros dedicados e o apoio da zootecnista da Colagua, Valeska Ávila, fez a produção aumentar muito nos últimos meses. O aumento aconteceu também com investimento em qualidade, uma sala de ordenha foi criada. Da ordenhadeira, o leite sai direto para o resfriamento no tanque sem o manuseio do funcionário, o índice UFC está muito bom, comprovando a qualidade do produto. Atualmente, trinta e cinco vacas estão no leite, resultando em uma produção diária de cerca de 800 litros. 

“Um processo simples e profissional considero o da sala de ordenha. Achei esse projeto mais viável, fiz todo o desenho e um serralheiro executou. As vacas entram de oito em oito, não comem no local e ficam na sala apenas para serem ordenhadas. O manejo melhorou muito, porque o campeiro não tem contato com leite, reduz bem o trabalho também dos profissionais”, destaca Guido. 

                                                  Higiene em todo o processo de captação de leite

                                               
                                                           Os animais são ordenhados e voltam para o curral

Para a zooctenista, o entusiasmo do pecuarista atinge os funcionários que conseguem desenvolver um bom trabalho. “Os funcionários estão atuando com responsabilidade e acabam incentivando o proprietário a investir mais no negócio. Com assistência técnica, estamos fazendo modificações no manejo e nutrição, com adequação dos pastos”, afirma Valeska. 

A ligação de Guido não é apenas com o setor leiteiro, mas veio de família o apreço a Cooperativa de Laticínios de Gua- çuí, ainda menino o pecuarista acompanhava o pai até a Colagua, quando retomou a atividade não teve dúvidas para onde enviar o leite. “Meu pai foi cooperado há mais de cinco décadas e fico feliz com o crescimento da Colagua. Eles dão suporte técnico e tem pessoas empenhadas. Precisamos valorizar a nossa região, mandar leite para outros estados não tem cabimento. Muitas pessoas mandam leite para lugares, que nunca vão conhecer, na Colagua somos todos amigos”, finaliza Guido. 

                                                Equipe Colagua, junto ao cooperados e funcionários

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Último Informe Colagua do ano

                                                   Equipe técnica da Colagua visitando produtor

O Informe Colagua de Dezembro está quase pronto. Muitas informações para cooperados e para toda a comunidade da região do Caparaó, incluindo dicas de segurança na zona rural e um balanço do ano de 2016, com o Presidente Burthon Moreira sobre economia e produção. O jornal trás também, uma matéria especial com o produtor Guido Higino Vitório, de Dores do Rio Preto, que começou na produção de leite há um ano e já consegue alcançar bons resultados. Não perca!

                                       Guido com os campeiros que se empenham no trabalho do curral

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Projeto “Mais Leite” renova propriedades


                                           Produtor Cláudio comemora a lavoura de milho para a silagem

Planejamento no campo com acompanhamento técnico, previsão de boa produção e a certeza de crescimento. Os cooperados que participam do projeto “Mais Leite” da Colagua mudaram completamente as atitudes no manejo, nutrição e genética. Não tinha como ser diferente, eles conseguiram ampliar a produção leiteira e aprender a gestão da propriedade. Atualmente, o projeto funciona por meio de parceria entre a cooperativa e cooperados, um financiamento importante em busca de qualidade e aumento de volume de leite na Colagua. 

 A zootecnista Valeska Ávila, atende 19 cooperados e na rotina de visita fica fácil entender como as mudanças foram positivas. “Em relação a evolução dos produtores, vem crescendo uns devagar outros mais rápidos, tudo de acordo com as questões financeiras e do empenho do produtor em se profissionalizar no setor. O produtor José Henrique, por exemplo, tirava 30 litros de leite por dia e hoje, está quase nos 200 litros. Posso citar também o cooperado Cláudio Cassiano, que quando começou conseguia uma produção de 60 litros e agora, chega a marca de 200 litros/dia. São exemplos de produtores que conseguiram mais que dobraram produção. Sentimos que eles começam a se abrir para novas ideias”, explica Valeska, que muitas vezes madruga nas propriedades assistidas para acompanhar de perto a primeira ordenha. 

Como o programa é gerido agora pela Colagua, a autonomia para muitas decisões fica entre produtor, o Presidente Burthon Moreira e o técnico. Com burocracia reduzida e facilidade de entrosamento entre todos envolvidos, a expectativa é que novos cooperados aceitem o desafio e entrem no projeto. A assistência técnica oferecida pela Colagua compreende veterinários, zootecnista e técnico agrônomo, todas as áreas necessárias para uma boa evolução animal e da propriedade. 

 Para o técnico e veterinário, Clério Soares Moulin, convencer o cooperado que é preciso acompanhar as programações não é tarefa fácil, mas garante que tem conseguido conquistar a confiança dos cooperados assistidos. “Eu faço uma programação de visita, em algumas propriedades o relacionamento virou mesmo de amizade, porque precisamos saber de todos os caminhos dados no trato da propriedade e planejar as mudanças, de olho na melhora de qualidade e produção. É gratificante presenciar a evolução dos cooperados”, finaliza Clério.

Pequeno pecuarista comemora a produção

Família que produz junta cresce também

Olhar o pasto verde, o gado nutrido e produzindo deixa o casal João Paulo Serafi m e Vanilda Moraes Damasceno, satisfeitos com todo o empenho para aumentar o volume do leite sem deixar de buscar a qualidade. A propriedade fi ca na localidade de Santa Terezinha, em Dores do Rio Preto, um ponto importante da bacia leiteira do Caparaó. O diferencial da família é que eles toparam o desafi o do projeto “Mais Leite” e há mais de um ano, recebem apoio técnico e todo o suporte da Colagua, houve uma intensa transformação no sítio garantindo a renda da família. 

“Há pouco mais de um ano temos assistência técnica, fi zemos roça de milho e também de cana. Consigo lembrar que antes da Colagua tinha apenas uma vaca, cheguei a enviar leite para outros laticínios, mas quando tive problema em um tanque foi à cooperativa que me ajudou. Desde então estamos juntos com a Colagua no caminho para alcançar mais crescimento”, destaca João Paulo.

                                        Parceria que deu certo: Técnico Clério com o produtor João Paulo

 O técnico Clério Soares que também é veterinário orienta a família há quase um ano, foram diversas planilhas, projetos e força de vontade para manter o trabalho em crescimento. Os dados provam que o esforço tem dado certo, no mês de agosto, oito vacas estavam em lactação, conseguindo tirar uma produção diária de 75 litros, o que representa 12,3 litros por vaca. O destaque é que o CCS está baixo e o UFF aceitável, o intervalo entre partos das vacas considerado modelo, com 14 meses de diferença.

 “O que me surpreendem bastante com o nosso trabalho é que João Paulo usa bastante a área. São 24 mil/litros por hectare ao ano, sendo que intensifi cado são 10 mil por hectares. Apenas cinco hectares estão na atividade leiteira. Estamos buscando agora, a instalação ampliada de cria e recria, além de consolidar os piquetes, que são 27. João está de parabéns, porque tem conseguido absorver nossas orientações e dar uma estabilidade a família”, afirma Clério. 

Piquetes que alimentam o gado e verdes devidos as chuvas

O exemplo de João Paulo demostra claramente que é possível produzir dentro dos conceitos da agricultura familiar. Além de receber o apoio da Colagua, o pecuarista também conseguiu apoio do programa de genética do Governo do Estado que atende alguns cooperados. “Nós trabalhamos juntos, participo ativamente de todos os processos na propriedade com o meu marido. Estamos satisfeitos com a produção”, finaliza Vanilda

Produtos Colagua tomam prateleiras de Cachoeiro

Funcionários reunidos durante uma degustação 

Novos mercados e a certeza de sempre: qualidade. A Colagua vem se firmando no crescimento dos produtos do mix da cooperativa, os consumidores de Cachoeiro de Itapemirim, maior cidade do Sul do Espírito Santo, estão encontrando os produtos em cerca de vinte estabelecimentos, entre supermercados e padarias. A recepção tem sido muito positiva, diversas demonstrações tem acontecido para apresentar de fato a qualidade dos produtos. 

Para o Igor de Aguiar Aragão, representante Colagua, a novidade tem atraído novos clientes e os antigos, que sentiam muita falta de reencontrar os produtos nas prateleiras. “Estamos com esse trabalho diferenciado e sempre fazemos as degustações, simplesmente para deixar o cliente a vontade e sentir a qualidade dos produtos. A Expectativa é que consigamos ampliar nosso atendimento em outros pontos”, destaca o representante. 

                                      Consumidores de Cachoeiro de Itapemirim aprovaram a novidade

A consolidação de novos pontos de venda tem acontecido na Grande Vitória e agora em diversas cidades do Sul Capixaba, levando ao consumidor os produtos do Caparaó Capixaba e o empenho de cada cooperado que trabalha dia e noite fornecendo leite para a Colagua. “Fico satisfeito quando o consumidor destaca que nossa qualidade é excepcional. É para isso que trabalhamos na cooperativa”, finaliza Igor.

domingo, 13 de novembro de 2016

Cooperado é exemplo de pequeno produtor


                                         Visita da equipe Colagua ao cooperado para a produção de matéria  

Mais um cooperado foi visitado pela equipe Colagua para ser exemplo de produção. João Paulo Serafim e a esposa, Vanilda Moraes Damasceno vivem o dia a dia na produção de leite e no plantio do café na localidade de Santa Terezinha, em Dores do Rio Preto. Depois do acompanhamento do projeto "Mais Leite" financiado pela cooperativa e também pelos próprios produtores, a realidade mudou muito na pequena localidade. O técnico agrícola e veterinário, Clério Soares acompanha de perto as mudanças no sítio há mais de um ano. No próximo Informe Colagua, vamos contar toda essa história. Aguardem!
                                            Pasto verde e definido para melhorar a nutrição animal

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Informe Colagua no rádio


As notícias do campo agora de segunda a sexta-feira pela sintonia da 90.5 fm, através do Informe Colagua que depois da versão impressa, passa também a atingir o público de toda região através da rádio de Guaçuí. A proposta é levar para os cooperados informações de produção, nutrição, genética, manejo e saúde do animal. Além dessa prestação de serviço, a cooperativa quer mostrar para toda a comunidade, a importância do funcionamento da instituição, do ponto de vista social e econômico para todo o Caparaó.

O ouvinte do “FM Rural” sob o comando de Patrício Almeida, que gosta de começar o dia ouvindo belas músicas sertanejas, vai também ficar atualizado com as informações do meio rural logo cedo, acompanhando dicas e aprendendo as novidades. Toda a produção de notícias será feita pela jornalista e assessora da Colagua, Andresa Alcoforado, que vai contar com o apoio de cooperados, técnicos capacitados e funcionários da cooperativa. A equipe Colagua vai trabalhar junta em busca do leite de qualidade, produtos de primeira e muitas informações. Sugestões são sempre bem vindas, basta mandar um email para o endereço: informecolagua@gmail.com. Somos Colagua! Vem ser Colagua também!