As
entregas de rações nas propriedades rurais continuam a ser feitas pela Colagua,
mas houve uma mudança na programação das entregas. O caminhão com as
mercadorias faz a entrega com a programação prevista sempre no primeiro dia do
mês, por isso, é importante solicitar o pedido com antecedência. O funcionário do
armazém, Sebastião Bazani explica que a mudança precisou ser feita para que a
cooperativa atenda a uma exigência legal, sacos de ração não podem mais ser
carregados nos caminhões que captam leite. A entrega continua normal para
outros produtos, como por exemplo, medicamentos. O cooperado precisa apenas
fazer o pedido pelo telefone (28) 3553 1152.
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domingo, 20 de agosto de 2017
Apresentação de produtos em mercados continua
A qualidade dos
produtos tem chamado atenção dos consumidores
A
equipe comercial da Colagua continua trabalhando muito na divulgação do mix dos
produtos, claro que no mês que se comemora o Dia dos Pais, a demonstração dos
produtos funcionou também como homenagens aos pais. Muitos registros foram
feitos, entre os locais, o Supermercado Carone, em Jardim da Penha, onde foi
feita uma mesa de café da manhã com direito a bolo. Teve também divulgação no
Perim de Aribiri, em Vila Velha. Já em Cachoeiro, teve comemoração também no
Perim de Santo Antônio. O que é mais importante é que todo o trabalho vem
surtindo bons resultados.
Colagua teve apenas um gerente
Fernando foi exemplo de dedicação a Colagua
A foto estampada na parede de uma
das entradas da Colagua representa uma grande história da cooperativa, entre
tantos rostos, está Fernando Gil Trigo. O destaque é porque ele foi o único
gerente que a Colagua teve ao longo de 60 anos. Fernando esteve presente nos
acontecimentos desde a fundação até a eleição que participou no ano em 1983,
nesta época, já afastado da rotina da cooperativa por conta da idade e da
mudança para outro município.
Quem consegue remontar a história
com o orgulho do tio e o também pecuarista Dário Trigo, que fala como Fernando
foi importante até na tomada de decisões do trabalho com agricultura. O tio
muita vezes, foi o exemplo a ser seguido no trabalho, mas principalmente nas
ações que tinha na cooperativa. Dário Trigo nunca foi Presidente da Colagua,
mas assim como o tio, durante alguns anos ajudava na administração da
instituição.
“Ele era um homem muito dedicado
a área rural. Na Colagua, visitava os produtores e tinha trânsito livre e ótima
relação com os cooperados. Até porque, a cafeicultura era muito forte e
convencer o homem do campo a produzir leite, era algo bem difícil. Enquanto ele
viveu, doava todo o tempo para cooperativa e até deixava as coisas pessoais
para segundo plano. Por muitas vezes, segui o caminho de meu tio na Colagua”,
conta Dário Trigo.
A história de tio e sobrinho com
a Colagua é uma dessas lembranças boas dos últimos 60 anos da instituição.
“Hoje não mando mais leite para Colagua, mas respeito demais essa cooperativa
que trabalhei muito com os grandes percussores do início. Nomes que ficaram na
história da Colagua, mas também da minha vida. Admiro muito o atual Presidente
Burthon Moreira”, finaliza Dário Trigo.
quinta-feira, 3 de agosto de 2017
Presidente apaixonado pela Colagua
Os parentes e amigos não tem dúvida em falar que Oswaldo Aguiar Doyler Maia viveu pela Colagua. Ele fez parte desde o início da fundação, mas foi do mês de abril de 1983 a março de 1986, que assumiu o posto mais alto, se tornando Presidente durante três anos. Nesse tempo, ficou ainda mais envolvido com todas as questões tentando implantar novas técnicas, preços e melhorar a indústria.
O filho e médico Homero Doyler Maia, consegue se lembrar perfeitamente desse relacionamento que o pai tinha com a Colagua. “Ela tinha muito orgulho de fazer parte da cooperativa, era como se fosse a vida dele. Teve grandes lutas e encarou momentos difíceis, sempre buscando um norte. Uma pessoa que amou demais a cooperativa. Nós víamos nos olhos dele, porque sofria nos momentos difíceis e se alegrava na felicidade”, destaca o filho.
O ex-Presidente Oswaldo sustentava a família de tudo que produzia no campo, teve quatro filhos e apenas a filha manteve a tradição da terra. Marta Brun Doyler Maia, administra umas das propriedades que era do pai, na zona rural de Guaçuí. O cultivo do café se mantém forte, mas a produção leiteira nas propriedades não existe mais, acabou após a morte do pai, mas o que de fato nunca se apagou na memória da filha foi a maneira que o pai sonhava com a Colagua.
“Todos os meus irmãos gostam da terra, mas hoje tenho mais tempo e acabei me dedicando mais. O legado que ele deixou mantenho, só compro produto da Colagua e torço muito que a cooperativa continue firme. Me lembro bem que, mesmo fora da Presidência meu ia até a sede. Os amigos da família eram os mesmos da Colagua. Minhas filhas acompanharam também um pouco dessa história, penso muito em voltar para o leite. Eu que que a cooperativa cresça e fique firme”, finaliza Marta.
Colagua destaque na Pesquisa Millenium
A
Premiação da Pesquisa Millenium foi realizado no dia 30 de junho, uma promoção
da Rádio Sul Capixaba de Guaçuí. O evento que tem uma tradição na região do
Caparaó é realizado há 18 anos. As pesquisas são realizadas no comércio, indústrias,
faculdades e escolas. Nesta edição, 44 empresas e profissionais liberais foram
selecionados para receberem um troféu que tem tanto significado de
reconhecimento. A Cooperativa de Laticínios de Guaçuí, a Colagua, mais uma vez
recebeu o prêmio como destaque em empresa de laticínio. A empresa agradece a
Rádio Sul Capixaba FM pela resta e reconhecimento.
Colagua agradece
No
mês de junto um caminhão terceirizado da Colagua que faz o transporte de leite,
se envolveu em uma acidente no município de São José do Calçado. Graças a
agilidade do Corpo de Bombeiros que prontamente atendeu o chamado, depois de
quase três horas de trabalho para retirar as ferragens, os bombeiros
conseguiram liberar o motorista. A Cooperativa de Guaçuí agradece ao Corpo de
Bombeiros o trabalho realizado e tem orgulho de estar diante de um quartel que
prioriza a vida. Nosso muito obrigado!
Pai e filho investem no leite
O Informe Colagua deste mês foi
conhecer José Henrique Pirozi e Edgar Moreira Pirozi, eles moram no sítio Santa
Cruz, em Varre Sai, noroeste do estado do Rio de Janeiro. Há poucos meses
começaram a investir na produção leite e escolheram por escoar essa produção,
para a Cooperativa de Laticínios de Guaçuí. A família que sempre se dedicou ao
plantio do café está empolgada com a produção leiteira, mas também com a
possibilidade que o mercado vem oferecendo.
O patriarca da família é José
Henrique Pirozi que está convencido que o leite é um bom negócio, mas foi o
filho que deu incentivo que faltava para a produção. “Foi uma ideia do meu
filho e eu apoiei, nós temos um Presidente em que confiamos. Sem falar que o
mercado está ótimo, o preço do leite acessível. Decidimos que vale muito a pena
estar no negócio”, lembra José.
O filho Edgar Pirozi mostra com
orgulho os animais que está selecionando, mesmo pouco tempo no setor, tem
investido cada dia mais e sentindo os resultados que começam na ordenha diária
que é de 300 litros. “Eu fiz um curral novo, coloquei ordenha e tenho 14
animais na produção. Estou fazendo duas ordenhas por dia e sempre avaliando os
animais que chegam pra mim, também já nasceram alguns bezerros na propriedade.
Estou começando a conhecer do leite e gostando muito”, destaca Edgar.
Varre Sai fica bem na divisa com
Guaçuí, os dois municípios e também estados sempre se deram muito bem nas
negociações. O mercado para a captação de leite está muito acirrado,
cooperativas e laticínios disputam cada vez mais, por centavos, o pecuarista de
leite, mas a família não teve dúvida na hora de escolher Colagua. “A competição
é muito grande, mas como sou também consumidor dos produtos Colagua sei que a
qualidade é muito superior. Até o leite de sacolinha é melhor do que vendido
pelos outro. Mais que isso, acreditamos no Presidente que administra com
excelência”, finalizou José Pirozi
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