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segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Segunda etapa da Aftosa em novembro


                                                 Rebanho saudável precisa receber as vacinas em dia

No Espírito Santo, a 2° fase da Vacinação contra Febre Aftosa começa no dia 1 de novembro e segue até o fi nal do mês. O produtor precisa vacinar o rebanho e ficar em dia com a saúde do animal. A vacinação é realizada pelos próprios produtores e as vacinas podem ser adquiridas apenas por produtores cadastrados junto ao Idaf e somente no período da campanha em lojas agropecuárias cadastradas. A comprovação de que o procedimento foi realizado pode ser feita pela internet ou nos escritórios do Instituto. 

O último registro da doença no Espírito Santo foi em 1996 e, desde 2001, o Estado é reconhecido internacionalmente com o status de livre com vacinação. Após a compra da vacina, é importante que o pecuarista siga as normas de transporte, manutenção, higienização e aplicação para não comprometer a qualidade do produto. O produtor que não vacinar pode pagar multa por cada animal não imunizado, além de fi car impedido de transitar seu rebanho.


Cooperado é fiel a Colagua


                                Miguel Riva junto com o filho e funcionários, mostrando o trabalho em equipe

Ele tem três propriedades e em duas trabalha com a produção leiteira, mas também se dedica ao café fazendo uma composição tradicional do interior do Espírito Santo. Miguel Riva há 20 anos encaminha o leite para a Cooperativa Laticínios de Guaçuí, além de ser um cooperado fi el, também já participou do Conselho Administrativo da cooperativa, ajudando os demais parceiros a decidirem os rumos da Colagua. Duas décadas compartilhando experiências, e a certeza que a instituição é uma referência na região e pode crescer ainda mais. 

“É uma empresa dentro do nosso município e gera empregos para os moradores de Guaçuí. Tenho orgulho em dizer que há 20 anos sou cooperado, nunca pensei em sair da Colagua, antes nem investia na produção leiteira, a cooperativa foi a única empresa que mandei leite até hoje. Sempre tive confiança na instituição, passamos por momentos difíceis, até com falta de pagamento, mas conseguimos superar e hoje a cooperativa anda com suas próprias pernas”, afirma Miguel.

Visitamos Miguel Riva na Fazenda da Onça, no distrito da Prata, em Varre Sai, no estado do Rio de Janeiro. A propriedade tem um sistema de ordenha moderno, um fosso onde as vacas passam pelo espaço e depois de ordenhadas, caminham para outro ambiente. Tudo sem nenhum contato, o leite percorre o encanamento até chegar ao tanque. Em média o produtor tira cerca de mil litros de leite por dia, já fi cou entre os maiores produtores da Colagua por muitos anos e continua investindo, dê olho na ampliação. O cooperado fez parte do Conselho Administrativo por quatro anos, se afastou recentemente por conta da política, já que atualmente é o vice-prefeito de Guaçuí. 

“Tomei muitas decisões, com o grupo que administra a Colagua, e estamos caminhando com as próprias pernas nesses últimos anos porque o Presidente Burthon é um grande administrador. Não estou no conselho, mas acompanho de perto tudo que acontece e fi co feliz com o crescimento. Nesta caminhada na produção de leite, agradeço também o apoio dos funcionários Márcio José Lino e João Batista Ferreira ”, finaliza Riva. 

Ex-funcionário tem orgulho da cooperativa

                                                Por muito tempo guardou o segredo do requeijão

O andar já está cansado, mas as lembranças continuam vivas na memória de José Carlos Alves, ex-funcionário da Colagua que também ajudou a escrever boa parte dos 60 anos da cooperativa. Também não é para menos, trabalhou por 29 anos na Colagua, por longo tempo, tinha o “segredo” do requeijão. Até porque a receita veio do pai, Antônio Maria Alves, um Português, que foi o primeiro a assumir a produção dos laticínios na instituição. Quando o pai se aposentou, foi o fi lho Carlos que passou a produzir e deu início aos preparos dos produtos. Daqueles tempos na cooperativa, ele sente saudades. 

“Meu pai me ensinou tudo que sabia, ele foi o primeiro funcionário da Colagua que produzia os produtos, principalmente o requeijão. Se aposentou e acabei assumindo o lugar dele. Não tenho o que reclamar da cooperativa, construí minha família com meu trabalho e criei meus fi lhos. Peguei uma época de muito movimento, recebíamos 60 mil litros de leite por dia. Era bom ver o trabalho intenso”, lembra José Carlos.

De toda sua vida profissional, o maior tempo de trabalho foi na cooperativa, chegou a trabalhar antes no comércio, mas seguindo os passos da família se dedicou e se destacava na produção. Era conhecido como o “Rei do Requeijão” pelos outros funcionários da Colagua. 

“Sou de uma época que requeijão era feito na mão sem o uso de equipamentos, precisava de muita força e precisão para que nada desse errado. Sinto saudades de tudo que vivi na Colagua, deixei grande amigos e funcionários que estão até hoje na empresa. Graças a Deus a cooperativa está se recuperando, não gostaria de ver acabar, desejo que fi que aberta por muitos e muitos anos”, finaliza José Carlos. 

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Orgulho de produzir com qualidade



Pai e filho se dedicam na propriedade

“É preciso trabalhar com qualidade e capricho”. A frase é do cooperado José Antônio Protásio de Oliveira, conhecido pelo carinhoso apelido de Zé Deusinho.  Cooperado há três anos, todos os dias tenta se superar no trabalho com a pecuária, na qualidade ele vem alcançando sempre bons resultados, com a preocupação de fazer o melhor e zelo em cada etapa da produção. Essa busca pelo melhor tem surtido resultados para o cooperado, há alguns meses faz parte do seleto grupo de produtores do rancking de qualidade. Recebeu da Câmara Municipal de Dores do Rio Preto, o reconhecimento pelo trabalho que vem realizando, o que acaba levando o nome do distrito de Mundo Novo, no município e a valorização do homem no campo.

O cooperado que consegue consorciar há anos o plantio de Café e a produção Leiteira, não pouca o tempo para ter um curral bem limpo, ordenhadeiras lavadas e secas sempre após o uso, mas não é só isso, a produção leiteira é sinônimo de nutrição, toneladas de silo foram feitas para garantir alimento ao animal. Um trabalho que foi cuidadosamente planejado, que contou com apoio também de orientação técnica da Colagua.

“Há quase três anos estou na Colagua e muito satisfeito. Tenho recebido valorização pela qualidade que produzo. É o melhor preço do mercado. Recebo assistência também que me dá um suporto maior, a técnica está sempre disposta a auxiliar no trabalho. Fico seguindo todas as dicas, não adianta só ouvir”, comenta o pecuarista.


Zé Deusinho é exemplo de tudo o que é correto fazer na produção leiteira, os animais são inseminados, a higiene é grande no curral, mas também quando as vacas ficam tomando sol, não falta comida e o mais importante: disposição para trabalhar. Hoje, o cooperado tem 50 animais no leite. Claro, que nada é feito sem a ajuda da esposa e também dos filhos, já que se trata de um agricultor familiar que é feliz vivendo no campo. “Eu sentiria até vergonha de trabalhar se não fosse assim. Preciso passar para o outro o que você usa”, finaliza o cooperado.

                                                    Silagem garantida para a seca

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Colagua se destaca na 2° Feira de Negócios



Durante os quatro dias da 2° Feira de Negócios de Guaçuí, de 7 a 10 de setembro, o stand da Cooperativa de Laticínios recebeu centenas de pessoas, a prova dos produtos foi tradicional, assim como o bate papo para entender melhor o que o consumidor deseja da Colagua. O evento que já entrou no calendário da Cooperativa veio consolidar uma marca que já está nos mercados do Espírito Santo, Minas Gerais e parte do Rio de Janeiro. 

O Presidente da Colagua, Burthon Moreira, avaliou de uma maneira bem sutil e agradeceu o sucesso grande. “Foi um esforço dos colaboradores, um momento importante para fazer contato com o produtor e também com nossos consumidores. A apresentação da cultura de nossa cidade. Nossos colaboradores não mediram esforços, ao participar e representar nossa empresa nessa importante iniciativa que foi a Feira de Negócios. Unidos somos capazes de superar qualquer obstáculo”,  comentou Burthon. 

De acordo com o Presidente da Associação Comercial e Industrial de Guaçuí, Acisg, Marcos Jauah a feira foi além do que o planejado tamanho o sucesso. Quando a nova administração começou eram 165 associados, hoje são 283 comerciantes que fortalecem esse polo no Caparaó. “Estou muito feliz porque tudo foi além do que eu planejei. A Colagua, por exemplo, acreditou no projeto e eu acredito na Colagua. Toda administração nos apoiou e fez a diferença neste evento”, finalizou. 

Os funcionários da Colagua trabalharam muito para transmitir aos visitantes como a empresa vem se destacando nesses últimos meses. É segunda vez que a Colagua participa, funciona para divulgar a marca da Colagua. “Estamos buscando novos mercados, chegamos com tudo em Vitória e queremos ampliar sempre mais, já visualizando outras regiões que não estão tão longe de Guaçuí”, afirma o supervisor de Vendas, Vilmar Diniz.

Colaborador por 20 anos Colagua


O caminhar mais cansado de quem já está com 84 anos, mas tem muito que contar sobre parte dos 60 anos da Colagua. Geraldo Mataveli é produtor rural, mas durante 20 anos também fez parte da administração da Cooperativa Laticínios Guaçuí, sempre foi o braço direito dos Presidentes que acompanhou ao longo desses anos. Na Colagua, gostava de participar das ações e sempre valorizou o homem do campo. Hoje, não fica mais na roça, acabou passando a pecuária leiteira para a família, mas o conhecimento desse setor ele não esquece. 

“Eu comecei mandando três litros de leite para Colagua, como minha propriedade era próxima, eu mesmo fazia esse transporte. O ano era mais ou menos 1986 ainda na época do latão de leite, na verdade acompanhei todas essas mudanças na Cooperativa e tenho orgulho disso. Mais tarde, cheguei a levar 300 litros por dia. Logo me interessei em fazer parte do Conselho para entender melhor o funcionamento”, conta Geraldo. 

A companheira de 42 anos de casado, Margarida Fatima Costa Mataveli, também tem boas lembranças da Colagua. “Sempre foi uma das melhores empresas para se trabalhar, quando tinha 18 anos trabalhei na cooperativa. Existia compromisso e muita luta. Tenho orgulho, porque a Colagua nunca fechou as portas, apesar de toda dificuldade. Bom ver que a empresa acompanhou a tecnologia”, afirma Margarida. 

Mesmo não mandando mais leite para a cooperativa, os produtos da Colagua continuam fazendo parte do gosto da família. O trabalho com a empresa, ele nunca vai esquecer. “Eu acordava de madrugada para tirar leite e deixar tudo pronto. Lembro que minha família trabalhava junta para prosperarmos. Tenho boas lembranças da Colagua”, finaliza Geraldo.

Orgulho de produzir com qualidade


"É preciso trabalhar com qualidade e capricho”. A frase é do cooperado José Antônio Protásio de Oliveira, conhecido pelo carinhoso apelido de Zé Deusinho. Cooperado há três anos, todos os dias tenta se superar no trabalho com a pecuária, na qualidade ele vem alcançando sempre bons resultados, com a preocupação de fazer o melhor e zelo em cada etapa da produção. Essa busca pelo melhor tem surtido resultados para o cooperado, há alguns meses faz parte do seleto grupo de produtores do ranking de produtividade. Recebeu da Câmara Municipal de Dores do Rio Preto, o reconhecimento pelo trabalho que vem realizando, o que acaba levando o nome do distrito de Mundo Novo, no município e a valorização do homem no campo. 

O cooperado que consegue consorciar há anos o plantio de Café e a produção Leiteira, não poupa o tempo para ter um curral bem limpo, ordenhadeiras lavadas e secas sempre após o uso, mas não é só isso, a produção leiteira é sinônimo de nutrição, toneladas de silo foram feitas para  garantir alimento aos animais. Um trabalho que foi cuidadosamente planejado, que contou com apoio também de orientação técnica da Colagua. 

“Há quase três anos estou na Colagua e muito satisfeito. Tenho recebido valorização pela qualidade que produzo. É o melhor preço do mercado. Recebo assistência também que me dá um suporto maior, a técnica está sempre disposta a auxiliar no trabalho. Fico seguindo todas as dicas, não adianta só ouvir”, comenta o pecuarista. 

Zé Deusinho é exemplo de tudo o que é correto fazer na produção leiteira, os animais são inseminados, a higiene é grande no curral, mas também quando as vacas fi cam tomando sol, não falta comida e o mais importante: disposição para trabalhar. Hoje, o cooperado tem 50 animais no leite. Claro, que nada é feito sem a ajuda da esposa e também dos fi lhos, já que se trata de um agricultor familiar que é feliz vivendo no campo. “Eu sentiria até vergonha de trabalhar se não fosse assim. Preciso passar para o outro o que você usa”, finaliza o cooperado.