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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Continuidade da Colagua no campo

                                                 Otanibio tua na propriedade junto com toda família

Falar da história da Colagua e não apontar a figura dos jovens seria um grande erro, até porque a cooperativa sempre se mostrou muito preocupada com a sucessão familiar. Entre os cooperados, já conseguimos aprontar a história da Colagua se confundindo com a da vida deles, muitos se lembram dos avôs no trabalho da pecuária leiteira, naturalmente o amor a tradição foi a base das lembranças. Conversamos com dois jovens: Marco Antonio Thomé e Otanibio Lobato, ambos auxiliam os pais nas respectivas propriedades, mas já sabem do valor do campo e também da cooperativa. 

Quem trabalha com criação sabe que não há feriado e nem mesmo domingo, porque a ordenha no curral não espera, foi justamente num sábado a tarde que encontrei Otanibio Lobato dando comida aos animais no curral. Foi preciso parar o trabalho para nos atender, o jovem não se abate com o serviço puxado no campo, melhor que isso, faz planos e usa da tecnologia para buscar conhecimento para a propriedade. Sempre que pode faz cursos de qualificação, o que já tem modificado muito a rotina da família. 

                                  O jovem aprendeu a fazer inseminação artificial e sempre renova o rebanho

“A gente tem muita confiança na Colagua, toda vez que nós precisamos ela nos ajuda. Meu avô foi cooperado por 43 anos, meu pai também e ainda tenho dois tios que são. É um negócio de família. Acredito nessa preparação do jovem para assumir o lugar dos mais antigos. Acredito que os próximos 60 anos serão de muita união. A família Colagua é grande e sempre cabe mais um”, destaca Otaníbio.

                                     A Sucessão familiar virou uma tradição na família de Marco Antônio
       
Próximo a propriedade dele está outro jovem que também acredita na Colagua, Marco Antônio Thomé, pelo histórico familiar tem muito em comum com o Otanibio. Neto de um dos fundadores da Colagua, Marco Antônio também é filho de cooperado, a sucessão familiar tem seguido seu rumo na Fazenda São Domingos é a terceira geração, o Marco Antônio no caso, há pouco tempo tomou gosto pelas coisas do campo. O jovem além de gerenciar a propriedade, começou fazer curso de Zootecnia e vem se aperfeiçoando, sempre mais, para ampliar os negócios da família.

“Fico orgulhoso, quando vejo produto da Colagua em outras cidades e na Capital Vitória. Estamos ajudando a construir tudo isso com o trabalho de todos os cooperados, muito bom ver a marca de Guaçuí representando a região do Caparaó. Quero aproveitar o curso para aprender a fazer as coisas de maneira certa na propriedade, de certa forma, ensinar o conhecimento dentro e fora da nossa propriedade”, finaliza Marco Antônio.

  O jovem estuda zootecnia e quer ampliar os conhecimentos no campo

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Produção de leite é sonho realizado


O olhar do cooperado Carlos Cabral transparece a felicidade de voltar a trabalhar com a pecuária leiteira, há 20 anos o administrador já havia produzido leite na propriedade da família, mas os compromissos foram tantos que acabou deixando de lado o setor. Há poucos meses a vontade foi mais forte, ele montou toda a estrutura para a criação do gado confinado, elaborou em detalhes o processo de produção e foi adquirindo animais. Para repassar o leite, Carlos pensou na Colagua para dar esse suporte, o cooperado reconhece a importância da Instituição. 

“Eu acredito no nosso país, a pecuária vem tentando sobreviver em meio a tantos problemas, o setor se mostra forte. Também sou cooperativo por acreditar na Colagua, porque uma cooperativa não visa lucro e essa comunhão social se destaca. Estou cooperando há quatro meses e levando fé no setor”, afirma Carlos Cabral. 


A Propriedade do cooperado fica na localidade de Mato Grosso, município de Caiana, em Minas Gerais, a poucos quilômetros da divisa com Espírito Santo. Hoje tem 30 vacas na produção e 15 que não estão no ciclo. As bezerras ficam separadas do gado maior, estes ficam numa espécie de galpão com alimentação e estrutura de ventilação, apenas saem do local quando são direcionados para sala de ordenha, que foi minuciosamente feita dentro da necessidade da propriedade. O destaque é para o planejamento do lugar, tudo foi pensado para que a produção não tivesse problemas, principalmente com a higiene. 

“Sempre pensei em fazer o melhor dentro da roça, e um alimento de qualidade, principalmente. Hoje tenho meus afazeres na Prefeitura de Espera Feliz, em Minas Gerais, mas os cuidados da propriedade ficam por conta do casal de minha inteira confiança: Vanderley Delfi no Gomes e Helena Silva. Eles cuidam de tudo com muito carinho, por isso, constatamos esses resultados positivos. Todo meu investimento é pensando na família, faço votos que eles continuem o que comecei”, conta Carlos.

domingo, 12 de novembro de 2017

Cooperados lotam palestra




A dedicação ao conhecimento tem sido uma constante para administração da Colagua, faz parte da política da empresa estabelecer formas para que os cooperados cresçam e melhorem a produção leiteira. Exatamente, por isso, que a iniciativa da última quinta-feira, 9, a Palestra com o tema “Suplementação injetável e seus benefícios para pecuária” foi importante. O zootecnista, Pedro Hespanha é especialista em nutrição e pastagem, também tem uma especialização em MBA e Marketing e pretende tirar dúvidas dos cooperados. Os cooperados lotaram a sede da cooperativa e participaram ativamente da palestra.


O palestrante ficou impressionado a participação e organização do evento. “Levei uma ótima impressão de tudo, porque senti que os cooperados participaram bastante em todo o momento. A Colagua está de parabéns pelo envolvimento, a palestra seguiu por uma hora e vinte minutos, durante esse tempo, muitas perguntas boas a respeito da tecnologia foram apresentadas. Mesmo encerrada a palestra, no momento do jantar, consegui responder a muitas dúvidas de cooperados. Agradecemos, a Colagua pela intensa participação”, comenta Pedro.




A parceria Colagua e Biogénesis Bagó tem a missão de contribuir para o desenvolvimento da pecuária leiteira, mas principalmente ajudar ao produtor rural a melhorar os índices produtivos. “A transferência tecnológica é uma importante ação nesse contexto. A cooperativa é um grande meio de desenvolvimento rural e econômico, pois ajuda o pequeno, médio e grande produtor a se organizar e prosperar de forma mais eficiente. Parcerias como a da Biogénesis Bagó e Colagua só podem contribuir e muito para esta missão”, finaliza Pedro.       


quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Palestra com foco na qualificação

                                           Animais precisam de suplementação extra para aumentar a produção

Portas que se abrem para troca de informações na sede da Cooperativa de Laticínios Guaçuí. A palestra com o tema “Suplementação injetável e seus benefícios para pecuária” acontece nesta quinta-feira, 9, ás 19 h. O zootecnista, Pedro Hespanha é especialista em nutrição e pastagem, também tem uma especialização em MBA e Marketing e pretende tirar dúvidas dos cooperados. Todos estão convidados a participarem desse momento de qualificação.

“Queremos mostrar os efeitos da suplementação extra, além da alimentação mineral oral, a importância que é o processo injetável. Vamos lançar um produto que também visa o aumento da produção de leite, carne e desmame de bezerro mais precoce. O animal pode expor seu potencial ao máximo. Técnica bem atual que visa esse aumento, principalmente da reprodução, com pelo menos um bezerro por ano”, explicou Renata, que representa a empresa Biogénesis Bagó.


A parceria Colagua e Biogénesis Bagó é importante para fortalecer o processo de qualificação implementado na cooperativa nos últimos anos, os encontros com profissionais da área tem sido frequente para que o pecuarista tenha mais segurança no negócio, investindo e reduzindo ao máximo os prejuízos. 

Vai lá:

Local: Sede da Colagua- BR 482
Hora: 19h
Tema: “Suplementação injetável e seus benefícios para pecuária”

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Atenção para a escolha de forrageiras

                                             O planejamento é muito importante para um bom resultado

Qual a forrageira ideal para o gado? A pergunta é feita constantemente por produtores que pretendem alcançar melhores resultados na pecuária leiteira. O primeiro ponto a ser considerado é que a produção de forragem em quantidade e qualidade é um fator crucial para o bom desenvolvimento da atividade leiteira, e deve ser realizada mediante um planejamento. O Zootecnista Daniel Leal Monteiro, que faz parte do corpo técnico da Colagua separou alguns pontos importantes sobre essa escolha. 

“Existem forrageiras que se adaptam melhor a determinadas condições climáticas, tipo e fertilidade de solo, e do outro lado temos os animais com exigências nutricionais também distintas devido à categoria animal, peso, genética, produção. Mas se pensarmos na intensificação da produção de leite a pasto, temos forrageiras que apresentam maior produção de massa com valores nutritivos também superiores como as gramíneas do gênero Panicum (Mombaça, Tanzânia, Colonião), Cynodon (Tifton85, Tifton 68, Coastcross), Pennisetum (Capim elefante) que porém são mais exigentes quanto à fertilidade do solo, mais restritas quanto a declividade e drenagem do terreno e requerem um manejo mais intensivo. Em suma, é preciso primeiro conhecer as características da propriedade, os objetivos e metas do produtor, e assim identificar a viabilidade do projeto e as possíveis alternativas praticáveis em cada propriedade.”,explica Daniel. 

O especialista acrescenta ainda que nós estamos em um dos períodos de maior importância para a produção leiteira, que é o de planejar a produção da forragem que será fornecida e consumida pelos animais na próxima estação seca, e que para isso devem ser considerados a categoria, quantidade e peso médio dos animais, e o período que se pretende fornecer essa forragem. 

“Nós precisamos enxergar a atividade de uma forma mais ampla, e não se esquecer de sempre buscar informações técnicas, inovações, capacitações, enfim, aumentar o conhecimento não somente da porteira pra dentro, mas do mercado de leite como um todo”, finaliza Daniel.

Segunda etapa da Aftosa em novembro


                                                 Rebanho saudável precisa receber as vacinas em dia

No Espírito Santo, a 2° fase da Vacinação contra Febre Aftosa começa no dia 1 de novembro e segue até o fi nal do mês. O produtor precisa vacinar o rebanho e ficar em dia com a saúde do animal. A vacinação é realizada pelos próprios produtores e as vacinas podem ser adquiridas apenas por produtores cadastrados junto ao Idaf e somente no período da campanha em lojas agropecuárias cadastradas. A comprovação de que o procedimento foi realizado pode ser feita pela internet ou nos escritórios do Instituto. 

O último registro da doença no Espírito Santo foi em 1996 e, desde 2001, o Estado é reconhecido internacionalmente com o status de livre com vacinação. Após a compra da vacina, é importante que o pecuarista siga as normas de transporte, manutenção, higienização e aplicação para não comprometer a qualidade do produto. O produtor que não vacinar pode pagar multa por cada animal não imunizado, além de fi car impedido de transitar seu rebanho.


Cooperado é fiel a Colagua


                                Miguel Riva junto com o filho e funcionários, mostrando o trabalho em equipe

Ele tem três propriedades e em duas trabalha com a produção leiteira, mas também se dedica ao café fazendo uma composição tradicional do interior do Espírito Santo. Miguel Riva há 20 anos encaminha o leite para a Cooperativa Laticínios de Guaçuí, além de ser um cooperado fi el, também já participou do Conselho Administrativo da cooperativa, ajudando os demais parceiros a decidirem os rumos da Colagua. Duas décadas compartilhando experiências, e a certeza que a instituição é uma referência na região e pode crescer ainda mais. 

“É uma empresa dentro do nosso município e gera empregos para os moradores de Guaçuí. Tenho orgulho em dizer que há 20 anos sou cooperado, nunca pensei em sair da Colagua, antes nem investia na produção leiteira, a cooperativa foi a única empresa que mandei leite até hoje. Sempre tive confiança na instituição, passamos por momentos difíceis, até com falta de pagamento, mas conseguimos superar e hoje a cooperativa anda com suas próprias pernas”, afirma Miguel.

Visitamos Miguel Riva na Fazenda da Onça, no distrito da Prata, em Varre Sai, no estado do Rio de Janeiro. A propriedade tem um sistema de ordenha moderno, um fosso onde as vacas passam pelo espaço e depois de ordenhadas, caminham para outro ambiente. Tudo sem nenhum contato, o leite percorre o encanamento até chegar ao tanque. Em média o produtor tira cerca de mil litros de leite por dia, já fi cou entre os maiores produtores da Colagua por muitos anos e continua investindo, dê olho na ampliação. O cooperado fez parte do Conselho Administrativo por quatro anos, se afastou recentemente por conta da política, já que atualmente é o vice-prefeito de Guaçuí. 

“Tomei muitas decisões, com o grupo que administra a Colagua, e estamos caminhando com as próprias pernas nesses últimos anos porque o Presidente Burthon é um grande administrador. Não estou no conselho, mas acompanho de perto tudo que acontece e fi co feliz com o crescimento. Nesta caminhada na produção de leite, agradeço também o apoio dos funcionários Márcio José Lino e João Batista Ferreira ”, finaliza Riva.