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quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Colagua presente no crescimento de Guaçuí

                                            Presidente acredita no desenvolvimento da pecuária leiteira

Quando se fala em desenvolvimento econômico de Guaçuí, fica impossível não citar a Cooperativa de Laticínios, Colagua, presente na ampliação social e econômica do município, há quase seis décadas. Não se trata apenas da relação direta com funcionários da cooperativa, muito menos dos cerca de 300 cooperados que se dedicam a produção de leite. A Colagua representa Guaçuí em toda região do Caparaó, como também no estado do Espírito Santo, levando o nome do município, para além de divisas no Brasil. Colagua significa para Guaçuí história, pertencimento, geração de renda, cultura e tradição.

O Presidente da Colagua, Burthon Moreira, vê sempre com otimismo a força do cooperativismo na região. A tradição conquistada desde a fundação vem dando lugar a novos conhecimentos, investimento em qualificação no campo, projetos de manejo, gestão de propriedades, parcerias com outras instituições e vontade de crescer, a administração quer retomar o destaque da região, na produção leiteira capixaba.

“A nossa região já foi uma importante bacia leiteira no Espírito Santo, hoje o nosso propósito é resgatar esse status. Só vamos conseguir isso, com um trabalho com técnica e preparando o cooperado para os desafios da atividade. Estamos intensificando a assistência técnica aos produtores, também aderimos a ciclo de palestras para levar informações aos produtores. Muitos que estão no programa, conseguiram dobrar a produção leiteira, a custo baixo e usando de informações com orientação técnica”, destaca Burthon.

Para não deixar os cooperados se abaterem com a instabilidade econômica do Brasil, a Colagua tem intensificado essa mudança de atitude sem muitos investimentos, dando credibilidade as tradições, mas ouvindo os mais jovens e abrindo espaço para o conhecimento.  O único objetivo da administração é preparar o produtor para o futuro, com crescimento e qualificação, sem se abater com a “crise” imposta pela economia brasileira.

“A pecuária leiteira ficou um pouco enfraquecida em razão da falta de chuva, normal nesta época do ano, com uma queda de 30% no volume diário de leite. Diferente de outros anos, muitos cooperados não sentiram a força da estiagem, porque investiram em forragem, reserva alimentar para o rebanho, como canaviais e silagem. Mesmo num cenário onde as pastagens não estão respondendo, muito menos as nascentes que não voltaram com força total”, conta Burthon.


terça-feira, 22 de setembro de 2015

Dois cursos movimentaram os cooperados em setembro

                                                    Palestrante Trajano que falou sobre inseminação

No período de 10 dias, dois cursos lotaram a sede da Colagua em Guaçuí, uma mostra de como tem sido o trabalho da nova administração no que diz respeito a busca por mais alternativas, conhecimento e parcerias no campo. No dia 1 de setembro, o curso ministrado foi de “Reciclagem de Inseminação Artificial”, com o instrutor de inseminação, Antonio Donizate Trajano, um evento da Alta Genetic e da cooperativa. Logo pela manhã, os cooperados puderam tirar dúvidas e interagir com as novidades do mercado.

Busca por qualificação na palestra da Elanco


Foi também buscando mais atualização que aconteceu no dia 10 de setembro, também na sede da cooperativa, a palestra “Fatores que influenciam a produtividade na pecuária leiteira”, que teve como palestrante o zootecnista da Elanco, Lucílio Nunes, que conseguiu ministrar um bate papo acalorado para a superação dos desafios em meio a tantos problemas. 

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Troca de experiências entre funcionários


Um trabalho constante que visa à soma de informações e o crescimento, no campo o investimento em qualidade também é acompanhado por mais qualificação na indústria da Colagua. Um exemplo claro disso, foi o curso de Introdução e Segurança de Alimentos, que aconteceu na sede da Colagua. O principal objetivo do treinamento foi mostrar aos funcionários como é importante a produção de alimentos.

“É muito importante se produzir um alimento com qualidade, seguro e livre de perigos contaminantes, em todas as etapas da produção. Essa promoção da troca contínua de experiências entre os participantes, também é muito importante, tornando possível preparar profissionais competentes para atuar efetivamente no mercado de trabalho, que é o principal objetivo da Colagua”, conta Juliana Aguiar Mota, responsável pelo Controle de Qualidade.



A cooperativa deixa claro que o trabalho do Controle de Qualidade é promover essa constante qualificação, levando em consideração a atuação correta de todos os funcionários baseados em normas federais. “O nosso trabalho é oferecer suporte ao colaborador em todas as etapas da produção, portanto, o colaborador e uma peça chave. Havendo a necessidade de estar sempre se qualificando, para que juntos possamos garantir um produto seguro e de qualidade”, destaca Juliana.

O treinamento constante também é uma marca do setor, ao longo do ano vários cursos acontecem, em destaque os cursos que abordam a vivência diária dos manipuladores, incluindo suas principais dificuldades na prática da Segurança Alimentar. Estiveram no curso: Reinaldo Barreto, (produção de iogurte e bebida láctea), Luiz Carlos dos Santos, (produção requeijão), Igor Moura, (auxiliar de produção), entre outros.




quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Palestra sobre produtividade na Colagua



Acontece nesta quinta-feira, 10, uma palestra sobre "Fatores que influenciam a Produtividade na Pecuária Leiteira", o palestrante é o zootecnista da Elanco, Lucílio Nunes. O evento será realizado na sede da Colagua, ás 18h30min. O investimento em qualificação para cooperados e funcionários, tem sido uma realizada na cooperativa que a aposta na informação para alcançar crescimento.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Dia de Campo une cooperados e técnicos

                                                     Atenção durante as palestras no "Dia de Campo"

Foi um dia de muitas informações e bons resultados. No dia 20 de agosto, aconteceu o “Dia de Campo do Mais Leite”, na propriedade de Wander Cláudio Cassiano, na localidade de Pratinha de Santa Luzia, em Guaçuí. Muito se falou em qualidade do leite e a importância dos bons índices de UFC e CCS. O estudo de caso do pequeno agricultor, que participa do programa deu ainda mais determinação aos demais cooperados.

De acordo com o supervisor técnico do programa “Mais Leite”, Carlos Reutemann Barbosa, o “Dia de campo” é um veículo de comunicação focado na prestação de um serviço realmente necessário para o setor agropecuário. “Ele representa o acesso à tecnologia de forma mais ampla e eficaz, fazendo com que esse momento seja de interação e busca de conhecimentos, além de técnicas para ser adequado à realidade de cada um”, comenta Carlos.

Muitos agricultores participaram. Importante destacar que famílias juntas, aproveitaram para trocar ideias e se entusiasmar com o crescimento do setor leiteiro. “A participação foi livre, todos que fazem parte do setor, com objetivo de levar ou buscar conhecimento, para melhorar a produtividade e principalmente a rentabilidade. O evento sempre é realizado em propriedades onde existem resultados satisfatórios e com exemplos de técnicas, além de manejos para acrescentar”, finaliza Carlos.


Acompanhe mais momentos do evento:



                                Cooperado Wander Cláudio Cassiano com Presidente da Colagua, Burthon Moreira


                                                   Cooperado Wander Cláudio Cassiano




sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Cooperados continuam a receber sêmen

    Todo material genético é armazenado nas propriedades indicadas

O Programa Capixaba de Melhoramento Genético da Pecuária Leiteira continua atendendo cooperados Colagua, dos dez que deveram ser contemplados, oito já receberam material genético com foco no rebanho futuro de qualidade. No último mês, os cooperados Robson Teixeira Guimarães, de Guaçuí e José Antônio Oliveira, de Ibitirama, receberam os materiais. Em todo Espírito Santo, o programa já atendeu a 330 pecuaristas no estado, estima-se que tenha nascido três mil bezerras. Para receber os sêmens e ser acompanhado no projeto, o produtor precisa ser cooperado, receber assistência técnica mensal e ser um pequeno produtor.

Quem coordena o projeto no estado é Fábio Pagun, que vem pessoalmente fazer a entrega, além de conversar com técnicos e cooperados. A entrega do sêmen é só o primeiro passo, depois que os animais são escolhidos, brincos são colocados e todo desenvolvimento acompanhado através de relatórios. Uma vez entrando no projeto, o pecuarista fica por mais dois anos, ao longo desse tempo, ele recebe uma vez ao ano o material para novas inseminações.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Qualidade da água é importante para o leite

 Testes que são realizados nos laboratórios Colagua

“Minha água é de mina”. Quantas vezes ouvimos isso quando chegamos a uma propriedade, mas será que a água de “nascente” está mesmo protegida contra todas as impurezas? Essa tem sido a pergunta, que os técnicos da Colagua e Coopettec andam fazendo aos cooperados, para atestar essa qualidade, alguns exames são realizados no laboratório da cooperativa, sem custo algum para o agricultor. Nos últimos dois meses, os pedidos se intensifi caram e pelo menos 30% das amostras atestaram algum problema. O diagnóstico rápido facilita a mudança de postura. 
Para Juliana Aguiar Mota, bióloga e uma das responsáveis pelo controle de qualidade, o pecuarista precisa fi car ciente que não é apenas a água servida ao animal, mas sim a usada em todo o processo, principalmente na higiene de currais e tanques. “O pecuarista pode fazer uma higienização bem feita, mas se água estiver com algum tipo de contaminação todo o trabalho é jogado fora, alguns bactérias que estiverem na água passam para o ambiente”, lembra Juliana. 
Os procedimentos realizados entre campo, técnicos e laboratório são muito fáceis. O primeiro passo é dado pelo técnico no campo, fazendo a coleta de pelo menos 10 ml de água, tudo feito num tubo esterilizado, para não acontecer contaminação cruzada. O tubo é levado ao laboratório, que entrega o resultado em dois dias.
 “Nossa preocupação são com coliformes fecais e totais. Antes, nossa maior demanda era o controle interno, agora essa preocupação com água aumentou nas propriedades”, explica Ana Claudia Moraes Gomes, responsável pelo Controle de Qualidade. 
O técnico Carlos Roteman, Coordenador do programa “Mais Leite”, acredita que em muitos casos é o próprio animal que contamina as nascentes, pisando ou urinando próximo. “Orientamos sempre para a mudança de postura. Sabemos que é um produto de consumo humano, temos que ter a maior higiene possível. Se o gado tiver invadindo, por exemplo, orientamos que o ideal é cercar a nascente. A vaca precisa beber água de qualidade, já que o animal consome muita água”, lembra o coordenador.