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domingo, 1 de julho de 2018

Parceiros aprovam produtos COLAGUA




Quem decide por fazer compras no Supermercado Big Conrado, em Guaçuí, sempre vai encontrar nas prateleiras de frios produtos da COLAGUA. Os pedidos no mercado são entregues, quase todos os dias, isso porque, o consumidor aprova a qualidade e se adaptou com a regionalidade. Quem visita a região, aproveita a viagem para fazer as compras e saborear a tradição do Caparaó. 

Segundo o parceiro, Pepino, que é responsável pelas compras e logística do supermercado, os produtos estão sempre disponíveis, por ser, um pedido de quem compra no local. “A qualidade é muito boa, nossos clientes do Rio de Janeiro e São Paulo, sempre que visitam a região passam aqui para fazer as compras. Não tenho problemas com a logística, quase que diariamente recebo os produtos da cooperativa”, conta Pepino, que acrescenta ainda, que visa sempre valorizar os produtos da região, uma maneira de impulsionar a economia local. 

As novas embalagens começam a chegar às prateleiras dos supermercados da região. O consumidor tem aprovado a mudança que representa a celebração dos 60 anos da instituição. O mês de junho é importante para a Cooperativa, foi o marco do início da produção em 1958, uma história que vem sendo recontada todos os dias. O consumidor que garante os produtos faz parte desse processo, simplesmente porque, quando compra estimula o emprego e renda na região. É um ciclo que se repete e representa a agricultura forte do Sul do Espírito Santo.

“O trabalho continua, passamos da metade do ano, inverno não combina muito com litoral, estamos dando uma atenção melhor à região Sul do Espírito Santo, fizemos um trabalho importante em Irupi, Ibatiba e Iúna, porque os produtos da COLAGUA são muito bem aceitos por lá. A Cooperativa completa 60 anos, os consumidores que são fieis a marca, precisam continuar nessa valorização. Quem compra ajuda os produtores que se sacrificam no campo para a retirada do leite”, afirma Vilmar Diniz, Supervisor de Vendas da COLAGUA. 

Projeto alcança bons resultados no campo

                                                  Marco Antonio consegue perceber as mudanças


O Projeto de Fertilização In Vitro está atendendo cinco propriedades de cooperados COLAGUA. Desde então, algumas mudanças já podem ser sentidas na rotina e planejamento do rebanho. O foco na qualidade começa desde o embrião, mais tarde, será possível pontuar as melhorias e avaliar como as mudanças são favoráveis a mudança de comportamento no campo. 

Entre os cooperados que participam do projeto está Marco Antonio Thomé, que tem uma fazenda na zona rural de Guaçuí e tem buscado as transformações do plantel. “Participar do projeto tem sido muito satisfatório, pelo fato de conviver com profissionais que trazem experiências inovadoras no campo, como é a prática de implantação de embrião com fertilização in vitro. Os produtores envolvidos obtêm várias informações detalhadas, sobre o ciclo de reprodução das vacas, que auxiliam no preparo dos animais que vão participar do protocolo realizado pelo projeto”, conta Marco Antonio que faz planos. 

É possível fazer um raio x dos animais mais aptos a receberem os sêmens, uma forma de alcançar os resultados. “O plantel da fazenda no início do processo de protocolo estava com um score corporal razoavelmente bom. Devido as condições ambientais favoráveis para o crescimento das pastagens, como dias ensolarados, alternando com períodos de boa precipitação de chuva, os veterinários que participaram do projeto auxiliaram na escolha dos animais com mais chance de emprenhar”, conta o produtor. 

O projeto de Fertilização In Vitro é mais um proposto pela COLAGUA com foco na busca de informações. A administração acredita que a formação de conteúdo no campo melhora todos os setores do negócio. Opinião que é compartilhada pelos cooperados. “Os produtores precisam do auxílio dos órgãos competentes, das cooperativas e dos profissionais  capacitados, para que práticas como essa se consolidem e acarretem numa melhoria das condições de trabalho. As aplicações de técnicas corretas dentro do dia a dia do meio rural fazem a diferença”, finaliza Marcos.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

COLAGUA comemora 60 anos



Tradição e Qualidade

Da necessidade de fortalecer a pecuária leiteira surgiu há 60 anos, a Cooperativa Laticínios de Guaçuí, no dia 25 de fevereiro de 1958, agricultores da região se reuniram para definir os rumos do setor no Espírito Santo e fundaram a COLAGUA. Os 22 agricultores não sabiam, mas estavam escrevendo a história social e econômica de Guaçuí. Um patrimônio reconhecido e respeitado por muita gente. Tudo isso só aconteceu por que os pioneiros acreditaram, mesmo passando por diversas crises nas últimas décadas, a cooperativa continua ser reguladora de preços e a esperança para quem vive da agricultura familiar.


Presidente Burthon acredita nas mudanças


As transformações aconteceram no decorrer dos anos, ainda na década de 1960, apenas era industrializado o leite e a manteiga, ao longo dos anos o número de produtos aumentou, assim como, o crescimento de cooperados que estão espalhados por municípios do Caparaó, noroeste do estado do Rio de Janeiro e também o leste Mineiro. “Queremos envolver o produtor e também toda a sociedade neste aniversário. A Colagua tem muita importância social e econômica. Somos umas das poucas indústrias do Espírito Santo que tem essa longa vida, muitas fecham antes de completar dois anos. Queremos aliar a tradição a novas tecnologias, consolidar nosso trabalho, por isso, planejamos novos mercados. Esse crescimento é a consolidação do nosso trabalho”, afirma o Presidente Burthon Moreira.

 O prédio da cooperativa era de uma Cooperativa de Mandioca, que de fato nunca funcionou, mas estava estabelecida no local. De acordo com Paulo Viana Aguiar, um dos fundadores e Presidente, do ano de 1962 a 1966, foi quando o terreno da antiga fábrica de mandioca foi adquirido. Quando a Colagua começou a captação, a arrecadação chegava a três mil litros de leite, segundo documentos, tendo capacidade para receber 50 mil, mas aconteceram picos de até 60mil/litros. Segundo revistas da época, a cooperativa foi pioneira em inseminação artificial, pensando em melhorar o padrão técnico do rebanho.
A Cooperativa se mantém estável no mercado, com cerca de 200 cooperados, um quadro de funcionários e técnicos que dão suporte a todo o processo, desde o campo até a venda. O Parque Industrial vem recebendo equipamentos e projetos para cumprir todas as exigências legais. “O sentimento de celebração é o melhor possível, fazer parte desta história e de tantas conquistas precisa ser celebrado. Tentamos valorizar muitos pedaços dessas lembranças, entrevistamos funcionários, cooperados antigos e fundadores. Ter todas as informações e agradecer aos envolvidos é nosso papel. É sempre importante dizer que ninguém chega a lugar algum sozinho, pessoas acreditaram e acreditam na cooperativa. Ela eleva a região do Caparaó e também o município de Guaçuí. O sistema cooperativo gera oportunidades e renda para sociedade”, finaliza Burthon.


Funcionários antigos

A foto histórica da Cooperativa de Leite de Guaçuí tem em destaque dois personagens, que por anos, fizeram parte da vida de muitos moradores: Joveci Rodrigues Camuzi e Lázaro Jerônimo de Melo. Claro, que falando nome e sobrenome ninguém quase vai saber quem são, mas se resumirmos em: Zé Careca e Zé Leiteiro, a certeza, que passa um filme na cabeça de muitos adultos moradores de Guaçuí. A foto histórica da venda de leite no pequeno caminhão com moradores aguardando com garrafas, uma tradição do interior, que por anos até o lançamento do leite pasteurizado na sacola, fez parte da vida dos moradores de Guaçuí. Era um encontro certo de todas as manhãs.
“Tenho orgulho de dizer que participei ativamente da produção de muitos produtos. Fiz o queijo, manteiga, ricota, parmesão e diversas delícias. Um tempo que acompanhei também uma captação de leite em torno de 80 mil litros de leite por dia. Criei minha família e tenho muita gratidão pela Cooperativa”, afirma o ex-funcionário, que ficou conhecido como Zé Careca.

Cansado da vida e com o andar mais devagar, porém, cheio de história para contar, Seu Zé Leiteiro, como é conhecido o ex-funcionário José Rodrigues de Carvalho, relembra com carinho dos anos na Colagua. Foram 25 anos de trabalho e dedicação à cooperativa. Vendia leite na rua, depois que a tecnologia chegou colocando o produto na sacola, também foi responsável por anos pela distribuição em Guaçuí, Iúna e outras cidades. “A Cooperativa era muito forte, sempre era muito bem recebido por onde passava. A tecnologia veio para ajudar muito o cooperado. Sinto saudades de todos”, afirma o ex-funcionário.


Ex-presidente apaixonado pela Colagua

Ele já foi por três anos Presidente da Cooperativa de Laticínios de Guaçuí, na verdade, foi o segundo a ocupar o cargo, mas o que de fato inaugurou a Colagua desenvolvendo as obras no prédio e colocou para funcionar. Um orgulho, que Paulo Viana de Aguiar, consegue descrever em cada conversa. Sua posse aconteceu no dia primeiro de abril de 1962, ficando até o dia 31 de março de 1966. O afastamento da cooperativa só aconteceu devido a outros compromissos profissionais. Sempre ativo na região, Paulo de Aguiar, gosta de relembrar a história da cooperativa e fazer assim, que ela se perpetue por muitas gerações.
“Foram três anos até a inauguração da Cooperativa, nesta época, estava acontecendo a erradicação do café devido a uma crise que o Brasil enfrentava. O surgimento da Colagua veio para aumentar a renda dos agricultores, já que o preço era bem melhor e ajuda nos insumos facilitava o trabalho. Criamos uma cooperativa forte, queremos que as gerações continuem esse trabalho”, lembra Paulo.  

sexta-feira, 25 de maio de 2018

COLAGUA apoia o esporte


                                              Atletas representam a região e precisam de apoio

Pensando em proporcionar apoio a três atletas de Jiu Jitsu, a Cooperativa ofereceu ajuda no combustível durante algumas competições. Os atletas de Guaçuí; Raon Lobato dos Santos, Raone Lobato dos Santos e Matheus Costa Simões vem representando a região nas competições e conseguindo ótimos resultados no rancking. A COLAGUA entende que se dedicar ao esporte não é fácil, principalmente, porque poucas empresas estão dispostas a ajudar. Mas a responsabilidade social é uma marca da cooperativa. 

“Estamos participando de competições com alto nível de atletas. Conseguir destaque nessas competições nos incentiva a continuar. Participamos no mês passado, da Copa Sol e Neve, no município de Leopoldina, em Minas Gerais. Além da cooperativa, recebemos ajuda de alguns profissionais liberais que acreditam no nosso trabalho”, finaliza Raon Lobato. Raon acrescenta ainda, que em Junho tem mais campeonato em Cachoeiro. A equipe aguarda novos apoiadores.


COLAGUA de cara nova


                                            
                                                   O novo visual é para comemorar 60 anos


Aos poucos a COLAGUA vai deixando para trás a marca antiga, para dar lugar a uma imagem nova e com muitas expectativas. A comemoração dos 60 anos da Cooperativa de Laticínios Guaçuí, precisa ser celebrada em grande estilo. Exatamente por isso, que a administração resolveu mudar a marcar, mostrando que a tradição anda aliada com a modernidade. 

Quem desenvolveu boa parte dessa criação foi o Designer Gráfico, Raphael Lamas, conhecido por ter boas ideias, o profissional conseguiu remeter símbolos que propõe um fortalecimento ainda maior da marca. “A concepção desta logomarca vem da pureza do interior e do frescor das montanhas. Tendo como elemento de fundo a Serra do Caparaó e seu verde, característica da qualidade de nossas pastagens, alimento essencial para o plantel leiteiro. Nas bordas temos a representação gráfica das cachoeiras que nos dão a água, que formam nossos rios que fazem toda a diferença na composição dos nossos produtos, água pura, excelência na qualidade. O Sol nascente ou se pondo acima, passa a responsabilidade de nossos cooperados com a sua jornada diária de trabalho. O nome Colagua é composto de uma tipologia serifada que nos remete a uma longa data de existência, 60 anos pra ser mais exato. É da cor branca e finda o caminho que percorre toda a serra e seu entorno, assim levando os nossos produtos muito além de nossas divisas. Por fim, temos um traço vermelho na base de tudo, que faz marcar a presença da energia dos homens e mulheres, funcionários que dão seu melhor todos os dias, por todos os cooperados e consumidores. Esta logomarca traduz toda nossa história e deixa preparado um futuro ainda mais brilhante, e nos leva a mais uma etapa de sucesso e de crescimento para todos. Vida longa à Colagua”, explica o Designer Gráfico, Raphael Lamas. 

O trabalho de montagem de todas as peças também é minucioso. “Após 60 anos de tradição na qualidade e sabor de seus produtos, a Colagua ganha uma identidade moderna e profissional com o intuito de ampliar seu mercado e conquistar novos consumidores. Pela primeira vez, a empresa tem uma imagem que a define e identifica. Para os cooperados isto significa uma nova motivação, uma maneira de se renovar no mercado e se tornar mais atraente e competitiva. Para os consumidores fiéis e o mercado em que atua, a nova identidade mostra que a empresa está sólida e pronta para alçar novos voos”, explica a Publicitária, Luciana Lopes. 

“Beleza é fundamental” já dizia o poeta, mas não é tão simples assim, principalmente se o assunto são embalagens para alimentos. “Como se vê, a embalagem tem um papel fundamental para o sucesso do produto, dentre as ferramentas disponíveis, o principal elemento de comunicação é a embalagem, pois é o único item que sempre está presente na hora que o consumidor se depara com o produto. Para que pudéssemos fazer as mudanças nas embalagens, que já estão há mais de uma década no mercado, o processo de desenvolvimento não foi fácil, é um processo demorado e detalhista, mas gratificante.  Atentando sempre para que as novas embalagens não percam a tradição da marca Colagua. É fundamental realizar pesquisa com consumidores para identificar se ela cumprirá seu papel de comunicar. Como se vê, a embalagem tem um papel fundamental para o sucesso do produto” explica Juliana Aguiar Mota, Supervisora de Produção e responsável pelo Controle de Qualidade.  Ainda não há um prazo determinado para que todas as novas embalagens cheguem aos mercados, mas estamos trabalhando, para que seja o mais breve. 

Aumento do ICMS de leite de outros estados

                                                    Aumento é ruim para o consumidor

Os deputados aprovaram, na segunda-feira (7), a proposta do Executivo que aumenta a alíquota de 12% para 17% do ICMS do leite vindo de fora e comercializado no Espírito Santo. A matéria foi analisada em regime de urgência pelas comissões de Justiça e Finanças. O Projeto de Lei (PL) 79/2018 trata especificamente do leite longa vida (UHT) em recipiente com conteúdo de até dois litros. Para as demais saídas de leite será mantida a alíquota atual de 12%. A mudança, para gerar estímulo aos produtores capixabas, seria uma demanda da Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo (Findes). 

Para o Presidente da COLAGUA, a medida pode prejudicar o consumidor e não ter retorno na economia como desejado. “Na realidade, houve uma grande mobilização de duas entidades de representação de classe do estado que fi zeram a interlocução, entre uma cooperativa e um laticínio privado, junto ao Governo do Estado e a Assembleia Legislativa, propondo alteração da legislação vigente no estado. A princípio a justificativa da mudança da lei de ICMS é que traria mais competitividade ao setor industrial, mais empregos e até resultados aos produtores rurais”, afirma Burthon Moreira. 

Todo leite que é captado e envasado no ES tem uma alíquota atual de 3,5% de ICMS, mas o produto que vem de outro estado como MG e RJ, por exemplo, atualmente paga 12% de alíquota. “Há de convir que é muito fácil perceber que os leites que vem de outros estados, estão mais baratos o que os produzidos aqui. Então, numa ação a meu ver desequilibrada, foi feito esse pleito junto ao governo, colocando como argumento que isso traria mais preço e renda, no campo foi criada uma barreira de proteção a indústria capixaba. Hoje só existem duas empresas que fabricam o leite UHT, boa parte sai para outros estados, porque nosso estado, não absorve toda a produção. Será que o produtor vai ter beneficio? O consumidor vai se ver obrigado a pagar mais, por uma ação que visa proteger. Acredito que beneficia duas empresas apenas no estado, elas monopolizam a industrialização do leite UHT.  A ação pode promover uma desaceleração do consumo. Consumidor e produtor vão pagar mais uma vez a conta”, finaliza o Presidente.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

São muitas as etapas de produção para alcançar a qualidade


                                                    Sidney se orgulha de participar da produção


Produtos escolhidos para passar um gosto de tradição, mas sem deixar de acompanhar o que se tem de novo no mercado. A marca COLAGUA se consolidou nos últimos 60 anos, mas com ela, produtos que não saem da mesa do consumidor. O queijo frescal encabeça essa lista sendo um dos mais procurados nos mercados da Grande Vitória, Sul Capixaba, Noroeste Fluminense e algumas cidades mineiras. Uma receita que acompanha a cooperativa e a vida de muita gente. 

                                            A etapa da produção segue a risca no caminho da qualidade


Orgulho tem quem fabrica o produto, o Sidney Martins Daniel é um dos funcionários da cooperativa, com exatidão segue os passos da forma de fabricação do queijo frescal. “Me esforço e faço com muita dedicação o trabalho. Estou aqui há cerca de dois anos, aprendo e acompanho todos os processos. Nos preocupamos o tempo todo com a qualidade do produto final”, afirma o funcionário.

                                                 Os produtos da COLAGUA são referências no ES

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Cooperado evoluiu na produção

                                                     Família que trabalha unida e cheia de amor

Ele não consegue esconder a felicidade pelo sorriso fácil. O cooperado Isaias Lobato, do sítio Paraíso, na zona rural de Guaçuí, tem na propriedade a dedicação do café e a rotina na produção de leite. Mas para que o negócio prospere o agricultor nunca deixou de investir, na genética do gado, por exemplo, tem animais já na quinta geração. Um trabalho duro, que fica mais fácil com o envolvimento dos fi lhos, esposa e de toda família. 

São mais de 40 anos na Cooperativa de Laticínios Guaçuí, a história que começou com o pai no distrito de Trindade, em Iúna, acabou sendo compartilhada por toda família. Trabalho que Isaías dividiu com a esposa e veio ao longo dos anos ensinando aos filhos. Otaníbio, um dos fi lhos, se dedica junto com a esposa quase que completamente na pecuária do leite. Eles dividem a rotina na ordenha, nutrição e melhoramento dos animais. Uma união que vem, dando 
resultados.

 “Quando comecei na COLAGUA mandava em torno de 15 litros de leite, mas perseverei até ampliar essa produção e descobrir o que poderia fazer melhor. Devo até minha família a COLAGUA, porque conheci minha esposa quando fui levar leite no ponto. Tive que recomeçar várias vezes a melhoria de produção, mas nunca desanimei e deixei de acreditar na cooperativa”, destaca Isaias. 

A família se destaca porque busca a melhoria do negócio de forma planejada e avaliando todas as possibilidades. “Estamos usando a ordenha mecânica há três anos e já temos inseminações que estão na quinta geração. Eu faço sempre cursos e busco melhorar a cada dia mais. Temos 17 vacas na ordenha e com produção de 200 litros, a meta é chegar a 400 litros com 20 animais”, afirma Otaníbio Lobato.

Acompanhe um pouco mais da família Lobato:






quarta-feira, 18 de abril de 2018

Importância do cadastro atualizado

                                                             A atualização pode ser feita na Colagua


          O MAPA - Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento tem tido uma preocupação muito grande com a qualidade do leite e a segurança alimentar para os consumidores. Foi pensando nisso, que algumas normas são estabelecidas, elas incluem ações que o homem no campo precisa cumprir e principalmente, os laticínios. O não cumprimento das normas que regem a legislação brasileira deixa o pecuarista vulnerável e a indústria obrigada a pagar multas.
       A Cooperativa de Laticínios Guaçuí, COLAGUA, segue a risca todas as normativas e exatamente, por isso, que é tão o importante a atualização do cadastro do cooperado. No cadastro, precisa ter informações importantes como por exemplo: a comprovação semestralmente da vacinação do rebanho contra a brucelose, isso acontece, por meio de um atestado emitido por um médico veterinário cadastrado.
           Quando o cooperado não atualiza o cadastro atrasa o processo da cooperativa. Em caso de fiscalização, a COLAGUA fica sujeita a penalizações que pode variar de leve a gravíssima. O comprometimento dos produtores rurais é muito importante para fortalecer o mercado, mas também, valorizar a instituição.  

domingo, 25 de fevereiro de 2018

Assembleia mostra balanço de 2017



Mais uma vez toda administração da Colagua e colaboradores, apresentaram aos cooperados e toda a sociedade de Guaçuí a transparência de todas as ações da Cooperativa Laticínios Guaçuí. A Assembleia aconteceu na quinta-feira, 22, no Guaçuí Tênis Clube por volta de 13h30 min. A cooperativa demonstrou nos números, que mesmo com toda  crise que já enfrentou, vem conseguindo fazer uma administração sólida e ter crescimento no mercado. Planos para ações e mais crescimento já estão previstos para 2018. Acompanhe os principais momentos:






domingo, 4 de fevereiro de 2018

Época que o leite era vendido na rua


                                                    Colagua começou vendendo leite na rua

A foto histórica da Cooperativa de Leite de Guaçuí tem em destaque dois personagens, que por anos, fizeram parte da vida de muitos moradores: Joveci Rodrigues Camuzi e Lázaro Jerônimo de Melo. Claro, que falando nome e sobrenome ninguém quase vai saber quem são, mas se resumirmos em: Zé Careca e Zé Leiteiro, a certeza, que passa um filme na cabeça de muitos adultos moradores de Guaçuí. A foto histórica da venda de leite no pequeno caminhão com moradores aguardando com garrafas, uma tradição do interior, que por anos até o lançamento do leite pasteurizado na sacola, fez parte da vida dos moradores de Guaçuí. Era um encontro certo de todas as manhãs.

                                           Joveci foi funcionário por muitos da Colagua

Aos 24 anos Joveci Rodrigues Camuzi começou a trabalhar na cooperativa, parecia também uma tradição de família, porque o pai e o irmão também trabalhavam na Colagua.  Primeiro trabalhou junto ao caminhão, na venda diretamente aos moradores da cidade, mas ao longo de 36 anos desenvolveu diversas funções e nunca desanimou da empresa.

“Tenho orgulho de dizer que participei ativamente da produção de muitos produtos. Fiz o queijo, manteiga, ricota, parmesão e diversas delícias. Um tempo que acompanhei também uma captação de leite em torno de 80 mil litros de leite por dia. Criei minha família e tenho muita gratidão pela Cooperativa”, afirma o ex-funcionário, que ficou conhecido como Zé Careca.

                                                     Seu Zé Leiteiro ficou conhecido em toda região 


Cansado da vida e com o andar mais devagar, porém, cheio de história para contar, Seu Zé Leiteiro, como é conhecido o ex-funcionário José Rodrigues de Carvalho, relembra com carinho dos anos na Colagua. Foram 25 anos de trabalho e dedicação à cooperativa. Vendia leite na rua, depois que a tecnologia chegou colocando o produto na sacola, também foi responsável por anos pela distribuição em Guaçuí, Iúna e outras cidades. “A Cooperativa era muito forte, sempre era muito bem recebido por onde passava. A tecnologia veio para ajudar muito o cooperado. Sinto saudades de todos”, afirma o ex-funcionário.

Produtos da Colagua são destaque no litoral

                                                            Degustações são sucesso no verão
  
              Verão combina com sol, mar, porém, quem não gosta dos derivados do leite para deixar a dieta forte e com aquele gosto saboroso. Foi apostando nisso que a Colagua vem expandindo mais e mais para muitas cidades do litoral Capixaba. A Cooperativa está  presente nas praias do Sul do estado, além de Guarapari e Grande Vitória. Os produtos são um sucesso de aceitação do público, como também, dos proprietários de grandes redes de supermercados.
               
               O supervisor de vendas, Vilmar Diniz, vem acompanhando o crescimento e o fortalecimento da cooperativa fora do Sul do Estado, onde já existe um solida divulgação e tradição no consumo dos produtos. O desafio dos últimos anos vem sendo alcançado, que é mostrar para outros estados o potencial que a Colagua tem e como é possível conquistar novas regiões.

                
                                          Produtos nas gôndolas do Supermercado Santo Antônio

                “Um trabalho de expandir aumentar a produção, os clientes e o atendimento. Estamos aumentando sem perder a qualidade, isso nos deixa feliz demais. Estamos crescendo com foco no bom atendimento. Precisamos caminhar ainda para uma longa estrada de crescimento, sabemos disso, estamos ainda tímidos, mas queremos bem mais e o planejamento nos ajuda nisso. Estamos querendo mostrar para os mercados que estamos preparados para atender as grandes redes. Com estrutura para atender. Não estamos satisfeitos ainda, nosso foco é crescer sempre mais”, conta o supervisor. 

Onde você encontra produtos Colagua:
Minas Gerais

Divino
Espera Feliz
Caiana
Carangola
Pedra Dourada
Faria Lemos

Espírito Santo
Capital e Sul do estado – em torno de 30 municípios

Rio de Janeiro
Itaperuna
Bom Jesus  do Itabapoana
Varre Sai

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Calor incomoda o gado



O estresse térmico ocorre quando a taxa de ganho de calor de um animal excede a de perda. E como a digestão dos alimentos gera ainda mais calor, o primeiro recurso que o animal vai utilizar na tentativa de manter a temperatura corporal constante, será reduzir o consumo de alimentos, o que vai refletir na diminuição da produção de leite. Além de afetar diretamente a reprodução, a redução da imunidade e até mesmo podendo ocasionar enfermidades metabólicos. 

Vacas de maior produção por terem, na maioria das vezes, um maior consumo de alimentos, estão mais susceptíveis a sofrerem com estresse térmico. Estudos revelam que animais Zebuínos encontram-se em estresse térmico em temperaturas a baixo de 10 e acima de 27°C, sendo a faixa aceitável (zona de conforto térmico) para animais Taurinos(ex: Holandês) está entre 0 e 16°C. 

As formas utilizadas para evitar que os animais sofram com estresse térmico vão variar com o sistema de criação. Em animais estabulados podem ser utilizados aspersores, ventiladores, além de um dimensionamento e direcionamento adequado do galpão. Já animais criados a pasto, deve-se optar por sombreamento seja ele artificial através de sombrites, ou sombras naturais com utilização de árvores. Lembrando que em ambos os casos, água em quantidade e qualidade são fundamentais. 


Fonte: Daniel Leal Monteiro- Técnico da Colagua

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Pai e filhos trabalham juntos no campo

      
Pai e filhos se dedicam a produção de leite


    Cooperados que trabalham juntos com os filhos conseguem fortalecer as raízes no campo, seguindo esse caminho, o produtor rural João Bosco Rodolphe, morador do Sítio Rodolphe, em Varre Sai, noroeste do estado do Rio de Janeiro, criou todos os filhos, mas hoje, apenas dois, que ainda não casaram, ajudam o pai na rotina do campo, nas lavouras de café e também na produção leiteira. O pecuarista entrou para Colagua há cinco meses, ele não esconde a satisfação de ver o retorno do trabalho com acompanhamento da cooperativa. Para 2018, já faz planos!

                                           
                                                              Animais que tem uma genética de alta produção

                São cerca de 50 mil pés de cafés plantados no sítio, a cultura que ganhou estrutura também com a produção leiteira segue acompanhada da piscicultura. Essa foi a maneira que o agricultor encontrou de diversificar a vida no campo, aumentando os rendimentos e ampliando o negócio de família. “Claro, que no passado, exatamente há 18 anos já havia sido um cooperado Colagua, mas tive que vender o rebanho para ajudar na produção de café. Hoje, com os novos investimentos noto que meu gado está cada vez melhor”, conta João que hoje está tirando 500 litros de leite por dia.

                                           

O filho mais velho, Lázaro, deixou a faculdade para se dedicar ao campo


                A herança do pai tem sido escrita dia após dia, com a ajuda dos filhos Lázaro e Pascoal. “Quero ajudar a Colagua a fazer a diferença, com a participação dos meus dois filhos, que são meu braço direito, ensino a eles e eles me ensinam, a vida de um agricultor que é um aprendizado constante. Este ano, plantei milho, capineira e estou me preparando para não passar aperto na seca e ter sucesso. Não vendo bezerros, com isso, todo mês chega mais vacas no curral”, conta o proprietário.

                O filho mais velho Lázaro, de 24 anos, resolveu largar a faculdade de Engenharia Civil pra se dedicar exclusivamente a propriedade e não se arrepende. “Tenho ajudado meu pai e feliz com esse resultados. Buscamos sempre informações para aperfeiçoar o trabalho”, finaliza Lázaro.


terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Presidente faz balanço de 2017



                                          Presidente Burthon satisfeito com o ano de 2017

Um ano de muito trabalho e também compromissos, mas foi possível perceber o crescimento da Cooperativa de Laticínios Guaçuí, produtos com mais qualidade, cooperados engajados em mudança e melhoramento, como também, vendas aquecidas em novas regiões. A véspera de fazer 60 anos, a Colagua se mantém forte e muito resignada para uma melhoria constante. O amadurecimento na idade só prova que a cooperativa é um Patrimônio de todo o Caparaó Capixaba, importante ouvir a história dos moradores e o amor que sentem pela instituição. O Presidente Burthon Moreira, a frente da Colagua a cinco anos fez questão de esclarecer esse crescimento durante a entrevista abaixo. 

A oscilação do valor do leite foi um questionamento constante de todo mercado leiteiro, principalmente com a chegada de concorrência de outros países no mercado brasileiro. O Presidente conseguiu controlar mais a oscilação na cooperativa? 

R.: O mercado do ano de 2017 foi totalmente atípico ao outros anos. Observamos altas nos preços, aos produtores no primeiro trimestre do ano e começamos a perceber o enfraquecimento da demanda já no segundo trimestre deste ano, fato agravado pela entrada da safra da região Sul Brasileira e com aumento expressivo, da entrada de produtos lácteos importados dos países que compõe o Mercosul. Ainda assim, registramos a aumento de produção em nossa captação e na captação em nível de Brasil. Tudo isso, devido a maior oferta de grãos como o milho e soja que compõe um fator relevante no custo de produção, o qual proporcionou uma melhor margem de lucro líquido ao produtor. Em nossa visão, o maior vilão do mercado deste ano esteve ligado a fatores econômicos, como a baixa demanda, desemprego recorde e a fatores políticos como a indefinição e incerteza do rumo do País com falta de medidas assertivas para colocar o País no rumo certo. Para tentar driblar esses obstáculos, adotamos as medidas mais austeras possíveis, alertando os produtores a realidade, tentando diminuir os custos e buscando a maior eficiência operacional e financeira. 

Tivemos um ano com muitos estimulo aos estudos na Colagua. Como você avalia esse processo de conhecimento? 

R.: Pela razão do “objeto social” da cooperativa, e do Plano de trabalho aprovado em Assembleia Geral, sob o aspecto de educação continuada resolvemos buscar parcerias com grandes empresas no cenário nacional e internacional de forma a disponibilizar temas relevantes na pecuária leiteira, temas estes que fazem a grande diferença no dia a dia, capacitando e preparando nossos produtores a esta complexa atividade que é a atividade leiteira. Outra marca, foi á participação muito expressiva dos cooperados e seu colaboradores aqui na sede da Colagua,  tudo isso, regado a momentos de alegria e descontração no final de cada evento.

O rigor do controle do Ministério da Agricultura foi intenso, neste ano, como a Colagua acompanhou esses parâmetros? Estamos seguindo todas as normativas? 

R.: Sim. O MAPA (Ministério da Agricultura) intensificou a fiscalização nas indústrias de alimentos brasileiras, alterou algumas legislações e para as não conformidades aplicara multas altíssimas as empresas e até mesmo a interdição de algumas empresas. Podendo desencadear Processo Cível com reparação a terceiros, no âmbito penal, até mesmo, responsabilização criminal dependendo da gravidade da irregularidade.

Tivemos um 2017 com pouca chuva, mas começamos a sentir alguma mudança nesses últimos dois meses. A situação pluviométrica de certa forma atrapalhou a produção neste ano? 

R.: No ano de 2016 registramos um volume de precipitação de 1.316 mm de chuvas. Em 2017, registramos um volume de precipitação de 613,9 mm de chuvas até setembro, volume este que comprometeu muito a formação das pastagens, lavouras de milho, sorgo , cana e capineiras. No entanto, de outubro em diante, houve um aumento significativo em nossa região das chuvas, este momento é fundamental para cada produtor se planejar em relação aos tratos culturais, para a formação de reserva de alimento ao rebanho, pois a cada ano, o período da estiagem e mais intenso e o melhoramento genético dos rebanhos, requer o fornecimento mais abundante de comida e com melhor qualidade.

O armazém da Colagua cresceu e cada vez está mais aberto para os cooperados. Existem planos para novas mudanças?

R.: Temos buscado o que há de melhor e mais moderno no mercado, para disponibilizar aos nossos clientes e produtores, isso com o melhor preço e melhor condição de pagamento. O armazém da Colagua é um grande diferencial para os produtores, lá o produtor encontra todos os insumos necessários para a produção de leite, com a condição de desconto em folha de pagamento e com o atrativo do desconto de 5%,  nas compras efetuadas na folha com desconto na folha leite.
 Fim de ano é sinal de agradecimentos e renovação. Qual a mensagem você deixa para colaboradores e cooperados? Que Deus derrame todas as bênçãos sobre cada um, que neste Natal renovemos os laços com nosso senhor Jesus Cristo, em nome do amor, da paz e da harmonia e que 2018 seja repleto de trabalho e realizações. 

Produtos de alta qualidade

                                           Equipe que trabalha focada na qualidade

O controle de qualidade é um caminho que a Cooperativa de Laticínios Guaçuí percorre há 60 anos. O controle vem acontecendo ao longo desse tempo, cumprindo as normas estabelecidas pelo Ministério da Agricultura. Atender aos padrões de qualidade, nos trouxe a credibilidade do consumidor que tem a certeza que estamos oferecendo sempre o melhor. Para que isso aconteça, temos o setor que atua no controle da qualidade da matéria prima e dos produtos lácteos, e que periodicamente passa por qualificações especializadas como, congressos, palestras, feiras entre outros. 

De acordo com a funcionária Juliana Aguiar Mota, partindo do principio de qualidade, seguindo uma linha de inovação e agregando valor. “Acreditamos que a qualidade de hoje e sobrevivência são os diferenciais  dentro da Colagua.   E para que ela exista os colaboradores da qualidade e da fabricação são fundamentais para sua melhoria. Ter um produto de qualidade se tornou regra”, lembra a funcionária. 


A Colagua tem hoje 14 produtos e são eles: requeijão em barra, requeijão cremoso, iogurte sabor morango, iogurte sabor ameixa, bebida láctea sabor morango, bebida láctea sabor mamão com laranja, temos os queijos Prato, Mussarela e Frescal, doce de leite em tablete, manteiga e o leite pasteurizado. O mercado está sempre em evolução com pesquisas e procedimentos inovadores, por isso, a importância do entrosamento com o novo. 

Nos últimos 60 anos, a transformação da Colagua foi grande vem surtindo bons resultado. “Essa engrenagem em fazer o melhor, ter colaboradores dispostos a trabalhar juntos e com qualidade, tem feito da Cooperativa uma da melhores do estado. Inclusive, uma pesquisa popular na grande Vitória nos deixou entre as marcas mais aceitas. Estamos dentro dos padrões de qualidade, mas melhorando cada dia mais. Para 2018, a Colagua tem planos em inovar e lançar novos produtos”, finaliza a funcionária.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Planejamento genético é discutido


Quando você pensa na genética da sua propriedade é de médio ou longo prazo? Já imaginou que dependendo da escolha, ao invés de melhorar, você acaba estragando a genética do rebanho. Quem falou com muita exatidão sobre o assunto foi o médico veterinário, Thiago Moraes Ferreira, que além de ser criador de girolando, também é Presidente do Conselho Deliberativo da Raça Girolando. Ele é especializado em nutrição e fertilização. A palestra que aconteceu no dia 12 de dezembro, reuniu diversos cooperados. Foi a sétima palestra do ano, sinal de muito estudo em 2017.




“A palestra foi referente a planejamento genético da fazenda de leite. Sempre planejamos uma forragem ou mesmo medicamentos, mas o importante é planejar a vaca que o produtor vai ordenhar no futuro. Existem muitas raças e inúmeros touros. A pergunta é: qual o melhor para sua fazenda? Que tipo de mercado isso faz diferença? Se o produtor fizer um planejamento ruim pode piorar a genética. Nada de optar por um touro da moda. Inseminação é Igual escoava de dente, cada um tem uma”, lembra o palestrante Thiago.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Vacinação contra brucelose


                                           As bezerras precisam estar imunizadas
            
A vacinação contra a brucelose é feita com a vacina B19, é obrigatória somente para as fêmeas na idade entre três e oito meses. Esta vacinação só pode ser realizada, sob responsabilidade de médicos veterinários cadastrados nos serviço de defesa sanitária animal de seu Estado de atuação. Fêmeas com idade acima de oito meses não podem ser vacinadas com a B19, uma vez que a vacinação nesta idade pode causar interferência nos testes de diagnóstico da brucelose. Os animais vacinados contra brucelose deverão ser marcados no lado esquerdo da cara com um “V” e o dígito final do ano vigente.

Cadastro atualizado na Colagua

                                          Basta ir a sede da Colagua e fazer o cadastro

O cooperado da Colagua precisa estar sempre com o cadastro atualizado junto a instituição para evitar qualquer tipo de problema. Essa atualização não é uma cobrança apenas da cooperativa, mas faz parte de um conjunto de normas do Ministério da Agricultura, que 
determina que produtor precisa estar em dia com as normativas. Se você é cooperado e sofreu mudança de endereço, número de telefone, ou mesmo, outras situações não deixe de entrar em contato com a Colagua. Telefone: (28) 3553 1152.

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Continuidade da Colagua no campo

                                                 Otanibio tua na propriedade junto com toda família

Falar da história da Colagua e não apontar a figura dos jovens seria um grande erro, até porque a cooperativa sempre se mostrou muito preocupada com a sucessão familiar. Entre os cooperados, já conseguimos aprontar a história da Colagua se confundindo com a da vida deles, muitos se lembram dos avôs no trabalho da pecuária leiteira, naturalmente o amor a tradição foi a base das lembranças. Conversamos com dois jovens: Marco Antonio Thomé e Otanibio Lobato, ambos auxiliam os pais nas respectivas propriedades, mas já sabem do valor do campo e também da cooperativa. 

Quem trabalha com criação sabe que não há feriado e nem mesmo domingo, porque a ordenha no curral não espera, foi justamente num sábado a tarde que encontrei Otanibio Lobato dando comida aos animais no curral. Foi preciso parar o trabalho para nos atender, o jovem não se abate com o serviço puxado no campo, melhor que isso, faz planos e usa da tecnologia para buscar conhecimento para a propriedade. Sempre que pode faz cursos de qualificação, o que já tem modificado muito a rotina da família. 

                                  O jovem aprendeu a fazer inseminação artificial e sempre renova o rebanho

“A gente tem muita confiança na Colagua, toda vez que nós precisamos ela nos ajuda. Meu avô foi cooperado por 43 anos, meu pai também e ainda tenho dois tios que são. É um negócio de família. Acredito nessa preparação do jovem para assumir o lugar dos mais antigos. Acredito que os próximos 60 anos serão de muita união. A família Colagua é grande e sempre cabe mais um”, destaca Otaníbio.

                                     A Sucessão familiar virou uma tradição na família de Marco Antônio
       
Próximo a propriedade dele está outro jovem que também acredita na Colagua, Marco Antônio Thomé, pelo histórico familiar tem muito em comum com o Otanibio. Neto de um dos fundadores da Colagua, Marco Antônio também é filho de cooperado, a sucessão familiar tem seguido seu rumo na Fazenda São Domingos é a terceira geração, o Marco Antônio no caso, há pouco tempo tomou gosto pelas coisas do campo. O jovem além de gerenciar a propriedade, começou fazer curso de Zootecnia e vem se aperfeiçoando, sempre mais, para ampliar os negócios da família.

“Fico orgulhoso, quando vejo produto da Colagua em outras cidades e na Capital Vitória. Estamos ajudando a construir tudo isso com o trabalho de todos os cooperados, muito bom ver a marca de Guaçuí representando a região do Caparaó. Quero aproveitar o curso para aprender a fazer as coisas de maneira certa na propriedade, de certa forma, ensinar o conhecimento dentro e fora da nossa propriedade”, finaliza Marco Antônio.

  O jovem estuda zootecnia e quer ampliar os conhecimentos no campo