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terça-feira, 16 de maio de 2017

Informações sobre o setor reúne cooperados

                                                  Cooperados marcaram presença na palestra

Mais uma vez cooperados participam de um encontro para trocar informações sobre o setor leiteiro. A palestra sobre “Novas tendências para a produção de leite e carne”, aconteceu no dia 11 de maio, na sede da cooperativa, reunindo muitos interessados em deixar o setor mais profissional. Visando justamente a troca de experiência que o palestrante José Paulo Mariano Rampinelli, zootecnista e com especialização em pecuária de leite, detalhou as novidades do mercado, incluindo exigências sanitárias e tendências.

                                            Técnicos e funcionários também trocaram experiências

“Muitas vezes o produtor está tão preocupado com a produção e com o trabalho na roça, que não acompanha as novas exigências legais que vem sendo estabelecidas no País. Precisamos estar sempre consciente principalmente com a medicação dada aos animais, assim como, a higiene no curral e no local de ordenha. Os laticínios continuam enfrentando velhos problemas, que podem ser resolvidos com simples conversas”, destaca Paulo.

O Presidente Burthon Moreira, que sempre aprecia o investimento em informação, notou que houve muito aproveitamento nos assuntos discutidos. “Os resultados só chegam quando nos cercamos de pessoas com os mesmos objetivos. Estamos com parceiros comprometidos em todas as áreas da Colagua”, afirma Burthon.

                                                                 Presidente e palestrante


Técnicos da Colagua também participaram da Colagua o que foi importante também para fazer uma atualização. Para Valeska Ávila, também zootecnista, o evento reuniu um número muito importante de cooperados que precisam de abastecer de informações. "A palestra foi focada em alguns produtos também e a utilização de alguns medicamentos. Foi bem válida", afirma Valeska.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Palestra fala sobre tendências na produção leiteira

                                                         Palestra acontece nesta quinta em Guaçuí

Novas tendências para a produção de leite e carne. Esse é o tema de uma palestra que acontece nesta quinta-feira, 11, na sede da Colagua, em Guaçuí, á partir das 19h. Produtores reais e principalmente cooperados estão convidados a trocar experiências. O palestrante será José Paulo Mariano Rampinelli, zootecnista e com especialização em pecuária de leite, que vai relatar a importância de uma produção com qualidade, cumprindo as exigências do mercado e sendo bem gerida.


“Muitas vezes o produtor está tão preocupado com a produção e com o trabalho na roça, que não acompanha as novas exigências legais que vem sendo estabelecidas no País. Precisamos estar sempre consciente principalmente com a medicação dada aos animais, assim como, a higiene no curral e no local de ordenha. Os laticínios continuam enfrentando velhos problemas, que podem ser resolvidos com simples conversas”, destaca Paulo.

terça-feira, 2 de maio de 2017

Remédio pode mudar a rotina no campo


O cuidado do pecuarista é sempre redobrado quando o animal precisa tomar antibiótico, a principal regra é que o leite não pode ser utilizado, sim jogado fora. Só que um novo medicamento no mercado está mudando esse velho conceito. Todo antimicrobiano “passa no leite”, porém os que são considerados de carência zero, como AcurA, possuem limites máximos exigidos e recomendados pelo Cidex Alimentarios e Ministério da Agricultura, assim sendo seguro seu uso em vacas em lactação. Doenças infecciosas como mastite, diarreia, pneumonia, entre outras, representam prejuízo no campo, porque afetam muito a produção leiteira. O tratamento clínico é seguido sempre com o uso de um antimicrobiano.

“Pensando nisso, após mais de 10 anos de pesquisas o Clarion traz ao mercado o antimicrobiano em dose única para o tratamento das infecções: AcurA! Além de ser recomendado em dose única, Acura também possui carência zero para o leite, ou seja, também pode ser utilizado em vacas em período de lactação, sem que haja necessidade em descartar o leite destinado ao consumo humano. Com isso, o produtor pode lançar mão de uma grande arma para tratar seus animais doentes, com óti-
mo custo benefício e produzir alimento com segurança para o consumo”, conta Humberto Mouro, Consultor Técnico de Produtos.

De acordo com a empresa, o antimicrobiano definitivo para o tratamento das infecções nos bovinos, equinos e caninos, em dose única. Após a identificação do quadro infeccioso no animal, seja ele clinico ou subclínica, no caso de mastites e clinico no caso se diarreias, pneumonias, infecções de casco, ou qualquer outra infecção sensível ao seu ativo. O uso é através de seringas e agulhas esterilizados, aplicando o AcurA por via intramuscular na dose única de 1ml para cada 20kg de peso vivo.

“AcurA possui o melhor custo benefício da categoria, 1 frasco de 25 ml trata um animal de 500kg em dose única, com descarte zero para o leite e 4 dias de carência para o abate”, acrescenta Humberto. O medicamento pode ser armazenado na própria fazenda. Sua indicação em dose única,promove menor manejo e menos stress aos animais tratados com alta rapidez na visualização da melhora clínica do animal. A segurança em utilizar em vacas no período de lactação para o tratamento das infecções com descarte zero do leite traduz em mais rentabilidade ao produtor, pois ele terá uma rápida recuperação do animal em dose única e poderá ainda comercializar o leite produzido sem perdas e com segurança. “AcurA é segurança no tratamento, animal saudável, menor manejo, alimento seguro para o consumo e menor rentabilidade ao produtor”, garante a empresa.

Funrural considerado constitucional


O processo sobre o pagamento do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) ainda está em andamento no Superior Tribunal Federal, mas não há dúvidas sobre as obrigações do produtor rural pagar daqui pra frente a contribuição. A Cooperativa de Laticínio de Guaçuí nunca deixou de recolher a exigência, já temendo futuros problemas com a Justiça, mas acima de tudo, para assegurar os cooperados. 

O fundo é destinado a Previdência Social. O imposto cobrado sobre o resultado bruto da produção comercializada atinge produtores de todo o país, independente do tamanho da produção e também atividade. Mesmo quem decide recolher INSS por fora, é obrigado a pagar o Funrural. De acordo com o Presidente da Colagua, Burthon Moreira, a cooperativa quis recolher por adotar uma política mais conservadora.

“Muitos ingressaram com ações na Justiça, questionando a inconstitucionalidade desse imposto, mas as ações eram de caráter subjetivo. Fazendo valer uma suposta decisão Judicial que englobava a todos, visto o carácter subjetivo e pré-estabelecido das pessoas pagarem a contribuição. O Funrural esclarece que a empresa precisa reter os créditos e repassar para a União, isso estava claro na legislação, porém, algumas empresas do ramo de laticínio não retinham e não passava para a União, outras, retinham o crédito e não passaram para União. A cooperativa sempre adotou uma conduta mais conservadora, como não havia nada transitado e julgado, não quis se manifestar. Só que a massificação da informação errada, que a cobrança era indevida, trouxe para nós prejuízo financeiro, perdemos competitividade financeira no mercado e os laticínios aliciaram alguns produtores”, conta o Presidente.

quinta-feira, 30 de março de 2017

Produto com cara de casa

                                       Registro da consumidora Silvania na rede de mercados de Vitória  

Morar muito tempo em uma cidade e de repente ver produtos que lembram a casa da gente. Foi exatamente isso que aconteceu com a Silvana Mattos, que mora há alguns anos em Vitória, mas é de Guaçuí,  quando ela chegou ao Supermercado Carone de Laranjeiras, encontrou toda a linha da cooperativa e se sentiu em casa. “Pensei que só tinha no Carone  de Vila Velha, mas quando cheguei no de Laranjeiras encontrei, fiquei muito feliz porque a gente compra as outras marcas não é a mesma qualidade. Muitas pessoas daqui que não sabem dessa novidade, fico muito feliz. É o gostinho da terra e de estar perto de casa”, destaca Silvania.

Crimes no campo preocupam

                                                  Vaca encontrada morta na propriedade de Clovis

                                              
As notícias de crimes no campo continuam a amedrontar moradores da região do Caparaó, em muitos casos, o produtor rural nem chega a fazer o registro de ocorrência, em outros, falta principalmente identificar os autores dos crimes. A Polícia Civil de Guaçuí, que também responde por Dores do Rio Preto e Divino de São Lourenço, disse que os crimes podem apontar uma quadrilha especializada, os casos estão sendo investigados, mas com o número de profissionais reduzido, fica difícil executar com rapidez a investigação. 

O cooperado Clovis Agapitho Filho, que tem propriedade próximo a Pratinha do Jocelino, teve um animal morto no pasto em novembro do ano passado, até hoje ninguém foi preso e a polícia não conseguiu localizar suspeitos. “Tive um prejuízo que passou dos dez mil reais, minha vaca estava prenha e era de exposição. Estava na tiragem do leite e há poucos dias de parir. Acredito que foi uma crueldade, levaram parte da carne e o restante, fi cou apodrecendo no pasto”, conta Clovis. Ele acrescentou também que o mesmo crime foi praticado em mais três propriedades próximas naquela região. Os produtores rurais estão com medo, principalmente, porque se sentem completamente sem patrulhamento e apoio da polícia.

Lula Pires foi o pioneiro da Colagua

                                        Lula Pires atuou em várias áreas de desenvolvimento de Guaçuí

Falar sobre Lula Pires é fazer uma apanhado geral da economia, cultura e religião de Guaçuí, há mais de setenta anos, o “trabalhador do bem” como era conhecido e respeitado, fez diversos movimentos na cidade, a participação na fundação da Cooperativa de Laticínios de Guaçuí foi um deles. Ele fazia uma campanha do quilo para famílias carentes, ajudou na construção da Santa Casa de Guaçuí, do antigo Parque de Exposições, na construção de um orfanato conhecido como Casa de Veneranda e também, do Grupo Espírita Amor em Jesus. Até o fim da vida teve o objetivo de ajudar. 

                                          A foto representa a inauguração da Casa de Veneranda

A Assembleia que retrata a fundação da Colagua aconteceu no Guaçuí Tênis Clube, já que a cooperativa só mais tarde teve um prédio próprio, e descreve todos os presentes e Lula Pires na época, segundo o documento, tinha 63 anos de idade. Na reunião, os primeiros cooperados conversaram sobre o estatuto e como tudo deveria funcionar na prática, já estabelecendo a captação de leite dentro e fora de Guaçuí, o beneficiamento e também industrialização dos produtos. 

Para os familiares resta a saudade, mas com tantas marcas em obras deixadas por Lula Pires é como se ele nunca tivesse partido, seu legado ficou e sempre será lembrado. “Lembro pouco do meu avô com saúde ainda, mas ficou marcada a imagem da busca por alimentos aos domingos para a campanha do quilo. Ele foi um produtor e vendedor de café, também não esqueço do alambique que tinha na roça. Sem falar da serralheria, que ficava onde hoje é o Hotel Moreira. Lula Pires participou ativamente em tudo que dizia respeito ao desenvolvimento de Guaçuí”, destaca o neto Elísio de Andrade Filho, gerente de banco.

                                                Lula Pires ajudou a construir a história da Colagua