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domingo, 21 de agosto de 2016

Parceria de melhoria de genética continua

                                   Fábio e Pagung e Leonardo Mataveli recebendo a primeira remessa dor projeto

O  Programa Capixaba de Melhoramento Genético da Pecuária continua sendo peça importante para o aumento de produção e também da qualidade do leite, para cooperados da Cooperativa de Laticínios de Guaçuí. Ao todo dez cooperados continuam fazendo parte do programa, algumas modificações foram feitas, mas já começaram a nascerem animais frutos do projeto e novos planejamentos estão surgindo. Lembrando que a iniciativa existe através de uma parceria do Governo do Estado.
De acordo com Fábio Pagung, coordenador do projeto, houve a exclusão de três pessoas do programa.“Na verdade, a gente excluiu dois produtores do programa, pois eles, não estão mandando mais leite para Colagua e o outro dispensou a assistência técnica da cooperativa. O procedimento foi necessário, o produtor só fica no programa se entregar leite para cooperativa, em troca também receber assistência técnica. No lugar dos que saíram, entraram os produtores Leonardo Mataveli Cassiano, José Henrique Carvalho Gonçalves e vai entrar ainda o produtor, Leonardo Rodrigues Couzi. Só faltam os exames necessários dos animais”, afirma Fábio.
                                                    Robson Teixeira com bezerras frutos do projeto

Importante destacar que em todo processo, a Colagua vem mantendo o total apoio para continuidade do programa. Neste ano, nasceram bezerras do programa. “O resultado é satisfatório, mostrando tipo funcional e conformação para leite, como era esperado pelo acasalamento realizado. Agora, precisamos esperar as primeiras bezerras mostrarem a real produção de leite, que é o que interessa”, lembra o coordenador.
A zootecnista Valeska Ávila acompanha de perto os cooperados que estão fazendo parte do “Melhoramento Genético”, os que conseguem bons resultados é porque fizeram um rígido controle com a alimentação. “Posso citar o pecuarista Vander Cláudio Cassiano, da Pratinha de Santa Luzia, em Guaçuí, que já está com quatro bezerras que vieram do sêmen do programa, além disso, cinco vacas já confirmadas, inseminadas também pelo programa. Isso significa a renovação total do plantel, com animais de excelente genética e ótima nutrição”, ressalta a zootecnista.

1ª Feira de Negócios de Guaçuí promete superar expectativas


Um espaço de inovação e novas possibilidades. É o que os organizadores da 1° Feira de Negócios de Guaçuí esperam alcançar com o evento que será que realizado de 1 a 4 de setembro, no Parque de Exposições de Guaçuí. A realização é da Associação Comercial e Industrial de Guaçuí, Acisg, que recebeu diversos apoios de empresários, comerciantes e instituições, entre elas, a Colagua que também vai ter um espaço dedicado à apresentação dos produtos, como também de todo o trabalho da cooperativa. A estrutura do evento vai contar com 90 stands de associados, além de praça de alimentação, espaço para as crianças, palestras, desfile de moda e também para cursos que serão oferecidos nos quatro dias de evento.
“Queremos enfatizar que desde o inicio a prioridade era para associados, o resultado imediato foi o aumento no número de colaboradores da Acisg. Isso já nos deixou feliz, porque realmente queremos movimentar o comércio de Guaçuí. Temos muitos comércios de qualidade e a associação, também oferece inúmeros benefícios”, ressalta Marcus Jahuar, Presidente da Acisg.
A Colagua também se prepara para mostrar o que tem de melhor durante a 1° Feira de Negócios de Guaçuí, a frente dos preparativos está o Supervisor de Vendas, Vilmar Diniz. “Não vamos vender produtos durante o evento, mas sim mostrar a história, a qualidade de nossos produtos e a valorização dos nossos cooperados”, finaliza Vilmar. 

Acompanhe a programação:
Quinta-feira 01-09
14h- Cursos Cozinha Brasil e Construção Civil- FINDES
18h- Abertura da Feira, Praça de Alimentação e Espaço Kids
21h- Show com Geraldo Terra Nova
Sexta-feira 02-09
14h- Cursos Cozinha Brasil e Construção Civil- FINDES
18h- Abertura da Feira
20h- 2°Edição do Desfile de Moda “One Night Fashion”
Sábado 03-09
14h- Cursos Cozinha Brasil e Construção Civil- FINDES
14h- Capacitação do Homem do Campo
17h- Abertura da Feira
19h30min- Apresentação da Academia Movimento
21h- Show com a Mini Banda Retrô
Domingo 04-09
14h- Cursos Cozinha Brasil e Construção Civil- FINDES
15h- Abertura da Feira
17h- Apresentação da Academia Movimento
18h- Show com Nice Silva

Maiores Produtores de leite de julho


Acompanhe a lista dos maiores produtores de leite da Colagua  neste mês de julho:

1-       CÉLIO VITORINO DA SILVA
2-      MIGUEL ARCANJO RIVA PEREIRA
3-      MARCELO DE FARIA PAIZANTE
4-      GUIDO HIGINO VITÓRIO
5-      FRANCISCO JOSE DA SILVA SANTOS
6-      RONALDO ROGERIO PIROVANI
7-      LEANDRO MENDES FURTADO
8-      JOSÉ ANTONIO PROTASIO DE OLIVEIRA
9-      AGENOR LUIZ FERRAZ THOMÉ
10-  LEONNI DASCANI ZINI MOREIRA
11-  GILBERTO BARROSO RIBEIRO E OUTROS
12-  JOSÉ CARLOS PIROVANI NETO
13-  CLÁUDIO DUTRA PELLEGRINI
14-  BRAZ FAE E OUTROS
15-  JOSÉ POMBEL CARDOSO
16-  MÁRCIO VALLI BRAILE
17-  LUCIANA CHRISTOVAN DE AZEVEDO
18-  VALTER VITAL BATISTA
19-  NATAL ALBANI
20-  BURTHON MOREIRA DE OLIVEIRA
21-  GETULIO RISSI
22-  JONILTON FELICIANO TATAGIBA
23-  CÂNDIDA MARIA DE SOUSA LAMAO
24-  JOSÉ ANTONIO RADAEL
25-  RODRIGO MORAIS DE SIQUEIRA
26-  MANOEL REGINALDO
27-  RAFAEL MORAES NOLASCO
28-  PEDRO ERITON DA SILVA
29-  ANTONIO GOMES DE CARVALHO
30-  FRANCISCO DE ASSIS DESSI


Colagua é destaque na TV Gazeta

                                                       O Presidente da Colagua falou sobre o mercado

Mais uma vez os cooperados da Colagua foram destaque no noticiário regional, através de uma matéria veiculada no ES TV, da Rede Gazeta. O foco principal foi à queda de volume de leite neste momento de inverno, somado a falta de chuvas.  Só a cooperativa de Guaçuí teve uma queda diária de 10 mil litros. O Presidente da Colagua, Burthon Moreira, mais uma vez esclareceu todo o procedimento que tem sido realizado e como a cooperativa tem se empenhado para não ter queda na produção no Parque Industrial.
Dois cooperados também receberam a visita da equipe de reportagem: Leonardo Couzi e José Henrique Carvalho, eles foram na contra mão da queda de captação diária, já que estão investindo em genética e nutrição. Leonardo Couzi, por exemplo, faz parte do programa “Mais Leite”, ele passou de 70 litros por dia para 200. O mesmo vem acontecendo com  José Henrique, que não teve nenhuma queda no período. Bons exemplos de cooperados da Colagua.

Produtor tem alta produtividade

Célio foca em alta produtividade dos animais


O que Marta e Fabíola têm em comum?  Pelo nome a gente até pensa que são pessoas, mas na verdade são duas vacas que fazem parte de um seleto plantel de alta produção leiteira da região do Caparaó. Marta no último torneio produziu 82 litros de leite e Fabiola 72, o exemplo das duas se repete na propriedade de Célio Vitorino, o maior produtor de leite da Colagua e  líder no ranking há mais de um ano. O segredo para a produção diária, se resume a trabalho, alimentação de qualidade e investimento em genética.
A dedicação de Célio para encaminhar as vacas vencedoras às exposições representa a divulgação de um trabalho que é feito dentro da propriedade, que fica no distrito de São Pedro, em Guaçuí. A vaca Fabiola, por exemplo, veio de Barbacena, em Minas Gerais.  É sempre buscando qualidade que o proprietário inova nos investimentos em genética, o que faz ele ser procurado por outros pecuaristas no mercado de bezerras. Animais que tem um tratamento exemplar com leite, ração e silagem.
                                                  Os animais disputam muitas exposições leiteiras
“Faz parte da preparação das vacas para exposição à tiragem de leite, por isso, algumas passam pelo processo três vezes ao dia, para evitarmos qualquer tipo de perda. Os animais que produzem um pouco menos, a ordenha é feita apenas duas vezes. Para dar conta de tanto trabalho, temos oito funcionários na propriedade, acredito que hoje o maior problema da região é a falta de mão de obra qualificada”, destaca Célio, que ressaltou a importância de valorizar o funcionário que tem comprometimento.
Produtor investe em alta genética
De acordo com o proprietário, a parceria com a Colagua completa quatro anos, começou quando ele resolveu investir em pecuária em terras capixabas, já que é natural da cidade de Caiana, em Minas Gerais. “Acredito na cooperativa porque gera muito emprego para região, por isso, não entrego leite a outros laticínios. A Colagua me atende, tanto nos benefícios do armazém, como no pagamento do leite e atenção dos funcionários. Entregando leite na cooperativa e tenho certeza que ajudo a região”, destaca Célio. 

O próximo concurso que a vacas da propriedade de Célio Vitorino vão participar acontece no município de Itapemirim, no litoral Capixaba. As “atletas” ainda estão sendo selecionadas, mas Marta e Fabíola com certeza devem ir para concorrer a mais títulos. Juntas, elas produzem por dia quase duzentos litros de leite. A concorrência é acirrada, como os atletas, os animais recebem apoio para continuarem em destaque. Mas até a competição, elas passam pela retirada de leite três vezes ao dia, além disso, recebem banho a cada ordenha. A exposição garante a venda das bezerras e também a valorização das produtoras.

domingo, 31 de julho de 2016


É só olhar nas prateleiras do mercado e ter a certeza que o preço do leite disparou. O consumidor pergunta: o que aconteceu? A resposta não é tão fácil assim, uma sequencia de problemas ficam atrelados a verdade. Para o Presidente da Colagua, Burthon Moreira, a falta de chuva e o aumento dos insumos usados na nutrição animal, como o milho, a soja e o fubá podem ter ajudado na sequencia de reajustes, mas não é só isso, o setor também sentiu reflexos da crise. 
“Os problemas aconteceram a curto e médio prazo, a atividade leiteira vinha com uma certa dificuldade, no ano passado não houve um preço satisfatório para o produtor. A remuneração melhor havia sido sentida em 2013, ou seja, há três anos. Atualmente, o fator preponderante para isso foi exatamente a falta de chuva, que impacta na baixa oferta de alimento para o rebanho. Hoje, os valores pagos aos produtores são razoáveis, porem existe um entrave que são altos custos de produção. Minha preocupação é quando o consumidor não conseguir mais adquirir produtos lácteos. Se existe uma menor oferta o preço aumenta. Nos lácteos com curtas validades, o consumo é quase que imediato. Podemos dizer que nos últimos 10 anos, esse tem sido o único recuo na produção de leite no Brasil. O momento é de cautela”, explica Burthon.

“Mais Leite” tem balanço positivo

Exemplo de piquete na propriedade de José Henrique, em Guaçuí

O projeto que vem revolucionando as propriedades cooperadas da Colagua está em fase de renovação, o segundo contrato acabou e o Sebrae, instituição que mantenedora abriu nova licitação para reunir profissionais e empresas que vão executar o “Mais Leite”. Hoje, 55 agricultores estão participando e tiveram mudanças significativas no manejo da propriedade, gestão, nutrição animal, genética do gado, qualidade e volume de leite. Até a licitação terminar, a Colagua vai assumir os custos do projeto sozinha. 
Segundo o Presidente da Colagua, Burthon Moreira, a decisão de manter os profissionais trabalhando, foi para não perder o resultado já atingido nos últimos dois anos. Arduamente, profissionais foram atuando no campo com o proposito de melhoramento e mudaram antigos pensamentos e realidades de alguns pecuaristas, tudo com informação e planejamento. 
“O projeto funciona com o Sebrae como o maior investidor, a cooperativa e o produtor com a contrapartida menor, o Sebrae com a parcela maior de custo. Houve uma redução significativa no valor do orçamento, também modificações de regras de trabalho. Não queremos deixar o “Mais Leite” se perder, em algumas regiões onde houve a paralisação isso ocorreu, chegamos a conclusão que é de grande importância” destaca o presidente. 
O setor leiteiro exige muita disciplina e o produtor também, por isso, quando o técnico coloca metas para serem cumpridas, se faz necessário a interação e cooperação dos dois lados para alcançar bons resultados. “Esse projeto de assistência foi capaz de quebrar velhos tabus, que significa melhores resultados zootécnicos, reprodutivos e econômicos, como também a qualidade do leite, gerando mais remuneração. O pecuarista precisa entender que uma vaca que não produz com qualidade e eficiência não gera lucro, além de poder comprometer o resultado de todo o rebanho. O grande prejudicado é o produtor. A indústria recebe uma matéria prima que tem qualidade inferior, gerando menor rendimento e baixo padrão de qualidade. O mercado exige produtos de qualidade, produto de má qualidade o consumidor só compra uma vez”, finaliza Burthon.